Enviado por admin em ter, 20/02/1990 - 00:00
O CMN (Conselho Monetário Nacional) examina amanhã, em sua última reunião no atual governo (e talvez a última de sua existência) o pedido a ser encaminhado ao Congresso Nacional para emissão de papel-moeda de NCz$87,6 bilhões. Essa autorização irá completar os NCz$98,2 bilhões que o Banco Central estima necessários injetar na economia de janeiro a março para atender à procura por papel-moeda (FSP).
Enviado por admin em ter, 20/02/1990 - 00:00
A indústria paulista registrou, em dezembro do ano passado, redução no ritmo de crescimento que apresentava desde o final do primeiro semestre. Segundo pesquisa divulgada ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a expansão daquele mês foi de 4% em comparação a dezembro de 1988. Em outubro, o parque fabril paulista aumentara sua atividade em 12% e, em novembro, em 9%. A média de crescimento da indústria em São Paulo foi de 2% sobre 1988, contra os 3,2% da média nacional.
Enviado por admin em ter, 20/02/1990 - 00:00
O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), Crodowaldo Pavan, sugeriu ontem que uma parte da dívida externa dos países do Terceiro Mundo seja convertida em investimentos em pesquisa. Pavan fez sua sugestão ontem, na abertura do 1o. Seminário Latino-Americano de Dirigentes de Organismos Nacionais de Ciência e Tecnologia, em São Paulo (FSP).
Enviado por admin em ter, 20/02/1990 - 00:00
As reservas cambiais brasileiras fecharam o último dia 16 em US$7,1 bilhões. A informação foi dada pelo ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega. Em 31 de dezembro de 1989 as reservas eram de US$7,26 bilhões. A redução do nível de reservas em cerca de US$100 milhões decorreu de pagamentos que o Brasil foi obrigado a fazer no exterior (FSP).
Enviado por admin em ter, 20/02/1990 - 00:00
O IBC (Instituto Brasileiro do Café) divulgou estimativas da produção cafeeira na safra 90/91. Segundo o IBC, a produção total deve ficar em 24,5 milhões de sacas, contra 25,4 milhões em 89/90 (FSP).
Enviado por admin em ter, 20/02/1990 - 00:00
A Frente Ampla da Agropecuária encaminhou à assessoria do presidente eleito Fernando Collor de Mello um documento com propostas ao novo governo, sugerindo uma menor intervenção do Estado no setor (FSP).
Enviado por admin em seg, 19/02/1990 - 00:00
Os Estados da Bahia, Pará e Maranhão foram os mais beneficiados pelo PNRA (Plano Nacional de Reforma Agrária) nos cinco anos de governo do presidente José Sarney. Alagoas, governada durante dois anos pelo presidente eleito Fernando Collor de Mello foi o estado menos aquinhoado, tanto em termos de áreas desapropriadas como no que se refere ao assentamento de famílias de trabalhadores sem-terra. Em cinco anos, o presidente Sarney desapropriou apenas três áreas em Alagoas, num total de 2.693 hectares, garantindo o assentamento de apenas 83 famílias.
Enviado por admin em seg, 19/02/1990 - 00:00
O contrabando de ouro no Estado do Pará, o maior produtor nacional, atingiu 505,5 toneladas apenas na década de 80, com um prejuízo de US$6,25 bilhões para os cofres do país. As perdas no beneficiamento e lavra, de 1980 a 1989, chegam a 662,5 toneladas de ouro, com um prejuízo para o Brasil de US$8,19 bilhões. A produção oficial na década de 80 foi de 157 toneladas de ouro, que alcançou um valor de US$1,94 bilhão. É o que releva trabalho produzido pelo geólogo Idimilson Mesquita, diretor do 5o. Distrito do DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral).
Enviado por admin em seg, 19/02/1990 - 00:00
A EMBRAER está negociando a venda do avião de ataque ítalo-brasileiro AMX com diversos países da América do Sul. A Argentina foi um dos primeiros países interessados, mas enfrentou dificuldades relativas à turbina Rolls Royce. Como aquele país não mantinha relações com a Grã- Bretanha, a exportação da aeronave implicava a sua remotorização. Com o reatamento de relações diplomáticas as coisas talvez fiquem facilitadas. O Peru também mostrou interesse no "AMX" mas está com dificuldades financeiras.
Enviado por admin em seg, 19/02/1990 - 00:00
O presidente da Fiat do Brasil, Silvano Valentino, rebate a acusação do presidente eleito Fernando Collor de Mello de que o Brasil produz carros parecidos com carroças. Para ele, os modelos feitos no país são praticamente idênticos aos que circulam lá fora. Ele rejeita ainda a afirmação de Collor de que falta competição entre as montadoras. O problema principal, segundo o presidente da Fiat, é o limitado mercado brasileiro. Há 15 anos, argumenta, o número de carros vendidos no mercado interno não passa de 700 mil por ano.
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