Enviado por admin em seg, 09/12/1991 - 00:00
Pouco mais de US$1 bilhão é a principal diferença que separa o Brasil e
Enviado por admin em seg, 09/12/1991 - 00:00
O coordenador de Comunicação Social do Ministério da Saúde, Luiz Cláudio Cunha, confirmou ontem as denúncias feitas pelo "Jornal do Brasil" sobre gastos de Cr$200 milhões do gabinete do ministro Alceni Guerra com a contratação de empresas e serviços sem licitação. "O pagamento foi feito, e o serviço realizado, as planilhas estão aí para todo mundo ver", disse.
Enviado por admin em seg, 09/12/1991 - 00:00
Pesquisadores do Hospital São Paulo, em Milão (Itália), desenvolveram uma técnica que possibilita que casais nos quais o homem é portador do vírus da AIDS possam ter filhos sem que estes corram riscos de contaminação. A técnica elimina o vírus HIV do esperma, evitando o risco da criança nascer contaminada pela AIDS. O médico Giorgio Pardi, que coordenou as pesquisas, explicou que o método de purificação se baseia no cultivo do sêmen numa proveta junto com um composto rico em açúcares.
Enviado por admin em seg, 09/12/1991 - 00:00
O Grupo dos Sete países industrializados (G-7-- EUA, França, Alemanha, Japão, Inglaterra, Canadá e Itália) decidiu ontem, em Genebra (Suíça), conceder US$250 milhões para o lançamento do projeto-piloto para a Amazônia, comprometendo-se a apoiar o plano no conjunto, representando US$1,5 bilhão de recursos. Os membros do G-7 reconheceram que o Brasil fez progressos na preservação da Amazônia e indicaram que o dinheiro deve ser usado para o apoio de iniciativas de bases, para preservar o meio ambiente e melhorar o nível de vida dos seus 14 milhões de habitantes.
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Na avaliação do deputado federal José Serra (PSDB-SP), o presidente Fernando Collor infringiu três vezes a Constituição ao assinar a medida provisória 301, que compromete Cr$220 bilhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) no pagamento de dívidas do governo com hospitais e laboratórios conveniados ao INSS.
Enviado por admin em seg, 09/12/1991 - 00:00
A política de juros altos praticada pelo governo em novembro permitiu ao Banco Central adquirir no mercado interno de câmbio mais de US$1 bilhão para recompor suas reservas. Para aproveitar ou fugir do alto custo do dinheiro, exportadores e bancos não hesitaram em vender dólares. Na última semana de outubro, os bancos chegaram a ter em carteira mais de US$800 milhões. Apostavam numa nova maxidesvalorização cambial, que não ocorreu. A dois dias úteis do fechamento de novembro, os bancos tinham apenas US$4,1 milhões. A diferença foi adquirida pelo BC (FSP).
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O presidente Fernando Collor disse ontem, em Brasília, que a retomada do crescimento econômico acontecerá só em 1994. Segundo ele, não haverá novos choques na economia. "Nós podemos ter um 1993 já positivo e um 1994 de retomada do crescimento", afirmou. Collor disse que 1992 será um ano de sacrifícios. O presidente Fernando Collor admitiu que o governo aceita testar, no ano que vem, o imposto único-- que engloba todos os impostos e será cobrado sobre as transações feitas com cheques.
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O governo federal quer abrir linhas especiais de crédito para usineiros que renegociarem seus débitos com a União e Banco do Brasil. A dívida, estimada em Cr$1,76 trilhão, será renegociada em condições privilegiadas e financiada com recursos do BB, Tesouro Nacional e IAA (Instituto do Açúcar e do Álcool). A reabertura dos créditos foi recomendada por uma comissão interministerial presidida pelo secretário de Desenvolvimento Regional, Egberto Batista (FSP).
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O PDT encerrou ontem, no Rio de Janeiro, a primeira etapa de seu 3o. Congresso Nacional decidido a não mudar. Os partidários do governador Leonel Brizola, em votação, mantiveram-se contrários ao programa nacional de privatização, não aceitam o acordo com o FMI e só admitem investimentos estrangeiros que não afetem a soberania. Em maio de 1992, os delegados do partido se reúnem novamente para discutir os mesmos assuntos (O ESP).
Enviado por admin em seg, 09/12/1991 - 00:00
O governo federal vai abrir aos municípios, a partir do dia 20, empréstimos externos para descentralizar o setor de saneamento básico. Com investimentos de US$460 milhões do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e contrapartida de 25% do próprio governo, esses recursos serão alocados num projeto-piloto que já tem a adesão de estados como São Paulo e Santa Catarina. A idéia é a de investir uma média de US$3,5 bilhões/ano até o ano 2000.
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