Pouco mais de US$1 bilhão é a principal diferença que separa o Brasil e
43888 os bancos credores na negociação da dívida externa. A afirmação foi feita ontem, em Washington (EUA), pelo ministro da Economia, Marcílio Marques Moreira. A divergência se refera às garantias exigidas pelos bancos para aceitar a conversão da dívida de médio e longo prazo com as instituições privadas, no valor de US$50 bilhões, em bônus com prazo de vencimento maior e juros mais baixos. Segundo o ministro, os bancos querem entre US$3,2 bihões e US$3,5 bilhões em garantias, enquanto o governo brasileiro oferece US$2,2 bilhões (JB).