AGRICULTURA DESTINA VERBA AO FOMENTO DA PRODUTIVIDADE

O ministro da Agricultura, Antônio Cabrera, esteve ontem em Londrina (PR), onde anunciou a liberação de Cr$3,6 bilhões para serem aplicados em dois programas que vão implementar a política de fomento ao crescimento da produtividade nacional. Foram liberados Cr$3 bilhões para a compra de materiais elétricos e instalação de conjuntos de irrigação que vão permitir a ligação em 900 propriedades dos cinturões verdes das cidades de meio e grande porte do Paraná. O objetivo desse convênio, assinado com o governo do Paraná, é aumentar a produção de hortigranjeiros.

COTAÇÃO DO DÓLAR NORTE-AMERICANO

Os bancos negociavam ontem o dólar norte-americano para importação e exportação entre Cr$3.087,50 e Cr$3.087,60. No mercado paralelo o dólar teve o preço de Cr$3.170,00 para compra e Cr$3.200,00 para venda em São Paulo e no Rio de Janeiro. O dolar-turismo foi negociado a Cr$3.170,00 para compra e Cr$3.210,00 para venda em São Paulo e a Cr$3.040,00 e Cr$3.180,00 no Rio de Janeiro (GM).

PEQUENAS EMPRESAS TÊM APOIO DOS EUA

A Câmara Americana de Comércio quer estimular as exportações de pequenas e médias empresas brasileiras para os EUA. "Nós temos a qualidade de um trading, sem a obrigação da empresa ter que fechar acordos comerciais de exclusividade conosco; o acesso de uma embaixada, sem os compromissos políticos e vantagem de falar a mesma língua do exportador", explicou o vice-presidente da Câmara, John Mein, ressaltando que a idéia é prestar serviços na área de informação.

OPERAÇÕES VÃO TESTAR UNIFICAÇÃO DE BOLSAS

A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) já fechou com a Argentina um acordo para testar a unificação dos mercados acionários previsto no MERCOSUL. Os dois países vão recrutar duas ou três empresas de cada lado, que farão lançamento de ações nas bolsas brasileiras e argentinas. Com isso, nós pretendemos detectar os entraves burocráticos da operação

BVRJ DOA CR$400 MILHÕES AO MINISTÉRIO DA SAÚDE

A BVRD (Bolsa de Valores do Rio de Janeiro) doou ontem ao Ministério da Saúde os Cr$400 milhões que arrecadou com o leilão de privatização da COPESUL (Companhia Petroquímica do Sul), realizado no mês passado. Segundo o presidente da BVRJ, Carlos Reis, a iniciativa teve como objetivo mostrar ao governo e à sociedade que os empresários estão atentos aos intensos problemas sociais do país.

MAIS CHEFES DE ESTADO CHEGAM PARA A RIO-92

Mais chefes de Estado e de governo chegaram ontem ao Rio de Janeiro para participar dos últimos dias da Rio-92.

CANADÁ E CHINA ASSINAM CONVENÇÃO DA BIODIVERSIDADE

Os primeiros-ministros do Canadá, Brian Mulroney, e da China, Li Peng, assinaram ontem a Convenção da Biodiversidade, que já recebeu outras 62 assinaturas dos países que participam da Rio-92. A Convenção do Clima encerrou o dia de ontem com 63 assinaturas. Para entrar em vigor, a Convenção da Biodiversidade precisa de mais 50 ratificações por parlamentos nacionais (JB).

DECLARAÇÃO DO RIO É APROVADA

Com uma hábil articulação diplomática, o comitê principal da Rio-92, presidido pelo embaixador de Cingapura, Tommy Koh, aprovou na madrugada de ontem, sem qualquer alteração, o texto da Declaração do Rio. Último tema a ser discutido na reunião, o documento com princípios genéricos sobre o meio ambiente manteve na redação o principal ponto de divergência: a referência aos "povos sob ocupação", vetada desde o início das discussões pela delegação de Israel, por acreditar que o texto não deveria fazer menção política à questão da Palestina.

REPRESENTANTE DAS ONGS NO PLENÁRIO DA RIO-92

Sem meias palavras. Assim foi a meteórica passagem das ONGs pelo plenário histórico da Rio-92, na voz da líder africana Wangari Maathai. "Algumas das decisões governamentais tomadas na Unced em temas-chave são completamente irresponsáveis", proclamou a presidente do "Greenbelt Movement", do Quênia, em nome de milhares de ONGs do mundo inteiro.

POLÔNIA CRIA BANCO ECOLÓGICO

A solução dos problemas ecológicos depende mais de atitudes morais do que de condições financeiras. Se houver unanimidade sobre uma ação efetiva para a salvação do planeta, a captação de recursos é apenas uma consequência. Com essa crença, a Polônia criou o primeiro banco ecológico do mundo e já assume um papel de liderança no combate à degradação do meio ambiente no Leste europeu. O Banco Ecológico Polonês, uma entidade mista com filiais em todo o país, financia projetos ambientais a juros baixos e presta assessoria na área.

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