Enviado por admin em sex, 28/08/1992 - 00:00
Os gastos com pessoal ultrapassarão o limite de Cr$45 trilhões estabelecidos no Orçamento Geral da União de 92, mesmo sem considerar o impacto da isonomia salarial concedida ontem. O governo não tem dinheiro em caixa para cobrir os gastos adicionais a não ser com emissão de moeda. Mesmo desconsiderando o reajuste, o governo teria de gastar mais Cr$24 trilhões até o final do ano. O desembolso seria da ordem de Cr$51,1 trilhões (FSP).
Enviado por admin em sex, 28/08/1992 - 00:00
O presidente Fernando Collor autorizou ontem a CEF a usar Cr$500 bilhões do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS) para habitação popular, saneamento básico e infra-estrutura. É parte do dinheiro prometido ao ministro da Ação Social, Ricardo Fiúza. Collor assinou decretos abrindo créditos suplementares de Cr$8,1 bilhões para a Saúde e Cr$6,02 bilhões para a EMBRAPA (FSP).
Enviado por admin em sex, 28/08/1992 - 00:00
O governador de São Paulo, Luiz Antônio Fleury (PMDB), defendeu ontem a instalação de um "governo de união nacional" em torno do vice-presidente Itamar Franco, que assumiria o poder com a renúncia ou o Impeachment" do presidente Fernando Collor. Segundo Fleury, Itamar deve montar uma equipe suprapartidária para que o novo governo não seja identificado com siglas partidárias. A proposta também é defendida na direção nacional do PMDB (FSP).
Enviado por admin em sex, 28/08/1992 - 00:00
O presidente da Força Sindical, Luiz Antônio de Medeiros, pediu a renúncia do presidente Fernando Collor, que apoiou na eleição de 1989. Numa nota divulgada ontem, Medeiros defendeu um "amplo acordo" que inclua a renúncia de Collor, mudanças na política econômica ("com ou sem Marcílio") que assegurem o crescimento e "um pacto de respeito ao programa de governo modernizador vitorioso nas urnas de 1989".
Enviado por admin em sex, 28/08/1992 - 00:00
Trabalhadores das principais refinarias de petróleo do país fizeram ontem uma paralisação de advertência de quatro horas. Eles querem abrir negociações salariais com a PETROBRÁS e reivindicam reajustes de 97%, para os salários menores, a 178%, para quem ganha acima de três mínimos (FSP).
Enviado por admin em sex, 28/08/1992 - 00:00
As pequenas empresas brasileiras que pretendem ampliar sua participação no mercado interno e no MERCOSUL terão que aperfeiçoar sua produção para atender à grande demanda decorrente da integração latino-americana. Empresários reunidos ontem na 7a. Rio Negócios, no Rio de Janeiro, apontam várias oportunidades de negócios que surgem diante da experiência da integração.
Enviado por admin em sex, 28/08/1992 - 00:00
O texto básico da denúncia que será apresentada no próximo dia 1o. à Câmara dos Deputados, para pedir o Impeachment" do presidente Fernando Collor, diz que o afastamento é Inevitável e urgente" como "medida de saneamento político e administrativo". O documento afirma que Collor perdeu toda autoridade moral para governar a nação, bem como para
Enviado por admin em qui, 27/08/1992 - 00:00
O governador do Rio Grande do Sul, Alceu Collares, e o secretário do Comitê Provincial de Hubei, da China Comunista, Guan Guang Fu, assinaram ontem uma carta de intenções para a cooperação cultural, econômica e tecnológica entre os dois estados. Segundo o governo estadual, os chineses estão interessados nas pesquisas dos gaúchos na área de biotecnologia para melhoria de produtividade de trigo e arroz (GM).
Enviado por admin em qui, 27/08/1992 - 00:00
Única fábrica de latas de alumínio no Brasil, a Latasa vai começar a construir em outubro uma primeira unidade na Argentina, para produzir entre 500 milhões e 600 milhões de latas por ano. Mas os planos de expansão da empresa não param aí. Depois de dobrar a capacidade de sua fábrica em Pouso Alegre (MG), que será inaugurada em dois meses, vai construir uma outra, provavelmente no Rio de Janeiro, para entrar em funcionamento em 1994. Na Argentina o investimento será de US$45 milhões. A outra fábrica brasileira terá investimentos de US$50 milhões.
Enviado por admin em qui, 27/08/1992 - 00:00
O Brasil vai entrar no páreo (junto com Alemanha e México) para disputar a produção de um novo carro destinado aos EUA. Será um veículo da classe A, ou seja, o chamado carro de entrada, mais barato. A informação foi dada ontem pelo presidente da Autolatina Brasil, Pierre-Alain de Smedt. O Brasil tem chances, hoje, melhores, por exemplo, que há dois anos
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