INDÚSTRIAS DO SETOR ELÉTRICO VENDERAM 10% A MAIS

A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE) informou que de janeiro a setembro deste ano, as indústrias do setor elétrico e eletrônico venderam 10% mais do que nos primeiros nove meses de 1984 (FSP).

O CASO RIOCENTRO

O diretor técnico do Riocentro, Nilton Nepomuceno, e o ex-chefe de segurança, tenente da reserva César Waschulec, confirmaram ontem, no Rio de Janeiro, suas declarações escritas sobre a existência de duas bombas no Puma além da que explodiu no automóvel durante o show comemorativo do 1o. de maio, em 30 de abril de 1981. Os dois foram citados como testemunhas na petição encaminhada pelo coronel Dickson Grael ao procurador do Tribunal Superior Militar, George Tavares, pedindo a reabertura de inquérito para apurar o atentado do Riocentro (FSP).

MINISTRO CONDENA A TRIMESTRALIDADE

Segundo o jornal O Estado de São Paulo, o ministro do Trabalho, Almir Pazzianotto, voltou a condenar a trimestralidade nos reajustes salariais. Conforme o jornal, Pazzianotto observou, por outro lado, que o presidente em exercício Ulysses Guimarães não falou sobre pacto social na reunião mantida no último dia 24, no Palácio do Planalto (O ESP).

MINISTRO ACREDITA EM AMPLO ENTENDIMENTO COM OS TRABALHADORES

O ministro do Trabalho, Almir Pazzianotto, afirmou, em Brasília, acreditar na formulação de "um amplo entendimento com os trabalhadores do país e com todos os empresários, de modo a assegurar a retomada do crescimento econômico em níveis de 5% a 6% ao ano". Ele afirmou, ainda, desconhecer qualquer estudo para a alteração da política salarial, de modo que todas as faixas salariais tenham reajustes com base em 100% do INPC (FSP).

SEDE DA FUNAI EM LONDRINA SERÁ DESATIVADA

O coronel Luiz Augusto Guadalupe, chefe da assessoria de segurança e informação da FUNAI, comunicou, ontem, em Londrina (PR), que a sede da 12a. delegacia, nessa cidade, será desativada para em seu lugar funcionar a de Bauru (SP). Ele disse que a decisão foi do presidente da FUNAI, Álvaro Villas-Boas, e explicou que as oito reservas indígenas do norte do Paraná passam agora à jurisdição da 4a. Delegacia, em Curitiba (O ESP).

MINISTÉRIO NÃO ADMITIRÁ MOVIMENTO GREVISTA

O Ministério das Comunicações não admitirá nenhum movimento de paralisação nos serviços de telecomunicações por serem essenciais ao país e está disposto a aplicar a lei com rigor, punindo com demissão por justa causa os funcionários que participarem de uma eventual greve. Esta informação foi dada pelo próprio ministro Antônio Carlos Magalhães (GM).

CONCLAT E CUT DEVERÃO ATUAR JUNTAS

A Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (CONCLAT) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) anunciaram, ontem, que deverão atuar unidas nas campanhas salariais de 1,1 milhão de trabalhadores paulistas, cujas categorias têm data-base para reajustes entre outubro e dezembro. Essa decisão foi tomada pelos presidentes de 19 sindicatos operários, com representações nas diretorias da CUT e da CONCLAT, em encontro realizado ontem, em São Paulo (GM).

MÉDICOS NÃO IRÃO AFERIR A GREVE

Os anestesistas de hospitais particulares conveniados do INAMPS em São Paulo-- cerca de 1200 médicos no Estado-- não pretendem aderir ao movimento grevista por melhor remuneração de seus colegas do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Goiânia (GO). Os anestesistas desses Estados querem receber de acordo com a tabela de honorários da Associação Médica Brasileira (AMB) (FSP).

ÓRGÃOS DE SEGURANÇA DISPÕEM DISPÕEM DE ESQUEMA EMERGENCIAL

O presidente da TELEBRÁS, Almir Vieira, informou que os órgãos de segurança dispõem de um esquema emergencial que pode ser rapidamente acionado em caso de paralisação total dos funcionários da empresas operadoras. Ele não forneceu outras informações (O Globo).

ESTALEIRO VEROLME VAI DEMITIR

O presidente do estaleiro Verolme, Peter Landsberg, anunciou que a empresa vai demitir, nos próximos meses, mais de 1 mil empregados que se encontram ociosos, por falta de encomendas de novos navios e também porque a empresa não dispõe de caixa para manter o atual quadro funcional, de 6570 funcionários. Nos últimos cinco anos, a indústria de construção naval demitiu 25 mil trabalhadores.

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