O diretor técnico do Riocentro, Nilton Nepomuceno, e o ex-chefe de segurança, tenente da reserva César Waschulec, confirmaram ontem, no Rio de Janeiro, suas declarações escritas sobre a existência de duas bombas no Puma além da que explodiu no automóvel durante o show comemorativo do 1o. de maio, em 30 de abril de 1981. Os dois foram citados como testemunhas na petição encaminhada pelo coronel Dickson Grael ao procurador do Tribunal Superior Militar, George Tavares, pedindo a reabertura de inquérito para apurar o atentado do Riocentro (FSP).