CERCA DE 25 MIL RODOVIÁRIOS DO RJ ENTRARAM EM GREVE

Vinte e cinco mil trabalhadores rodoviários do Município do Rio de Janeiro entraram em greve, ontem. A paralisação foi decidida porque os empresários não cumpriram o acordo de aumento trimestral homologado no dissídio de julho. O governador Leonel Brizola disse que não irá reprimir a greve dos motoristas por considerá-la um direito dos trabalhadores (JB).

CERCA DE 500 MIL TRABALHADORES ESTÃO SEM ASSISTÊNCIA

Segundo o Jornal do Brasil, cerca de 500 mil trabalhadores rurais do Rio Grande do Sul-- de um total de 2 milhões 170 mil-- estão sem assistência médica-hospitalar porque os médicos e dirigentes de hospitais se recusam a atendê-los, alegando baixa remuneração. Conforme o jornal, o sistema do Paraná foi adotado no Estado no último dia 01, mas a categoria médica quer que a tabela de honorários seja reajustada correspondendo a, no mínimo, 50% do que estabelece a AMB (Associação Médica Brasileira) (JB).

CARTEIROS INICIAM GREVE DE FOME EM BRASÍLIA

Cerca de 116 carteiros e manipuladores de correspondência iniciaram, ontem, em Brasília, uma greve de fome para protestar contra a demissão de 10 colegas pela diretoria da ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) por participarem da "operação-tartaruga" (JB).

CAMELÔS VOLTAM AO TRABALHO EM COPACABANA

Após dois dias de repressão, os camelôs voltaram ao trabalho, ontem, nas transversais da principal avenida do bairro Copacabana, no Rio de Janeiro. Porém, por decisão do prefeito Marcelo Alencar, os fiscais da Secretaria Municipal de Fazenda continuarão reprimindo o comércio dos vendedores ambulantes que ainda não foram cadastrados (JB).

BLOQUEIO DA TRANSAMAZÔNICA FOI SUSPENSO

O bloqueio da Transamazônica, por colonos e fazendeiros, foi suspenso, ontem, depois que o engenheiro residente do DNER em Altamira, Renato Gouveia, e o coordenador da Transamazônica, Evandro Pamplona, conseguiram dos manifestantes um prazo de 15 dias para serem iniciadas as obras de recuperação da rodovia (JB).

EMPREITEIRAS EM MACEIÓ PARALISAM ATIVIDADES

As empreiteiras contatadas pela prefeitura de Maceió paralisaram os serviços de melhorias em 40 ruas e desfilaram com máquinas pesadas e caminhões pelo centro da cidade, protestando contra a decisão da Câmara dos Vereadores que vetou o pedido do prefeito José Bandeira para suplementação de verba no valor de Cr$185 bilhões (JB).

AGROTÓXICOS JÁ MATARAM 31 PESSOAS

Segundo as informações, os agrotóxicos já mataram 31 pessoas no Paraná e provocaram intoxicações graves em outras 611 neste ano. No ano passado houve 144 mortes e 2536 casos de intoxicação (O ESP).

MINISTÉRIO DO TRABALHO RECEBEU 72 DENÚNCIAS

O Ministério do Trabalho recebeu, no primeiro semestre deste ano, 72 denúncias sobre trabalho escravo em fazendas brasileiras, em sua maioria nas regiões norte e nordeste. Segundo as informações, os relatórios foram preparados pelo SNI, Igreja Católica, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), sindicatos rurais, Polícia Federal, baseados em depoimentos das vítimas e de seus familiares. O Ministério do Trabalho reconhece oficialmente não dispor de recursos para combater a escravatura.

CEMIG INVESTIRÁ NO SEU SISTEMA DE TRANSMISSÃO

A CEMIG (Companhia Energética de Minas Gerais) aplicará no próximo ano US$189 milhões na melhoria do seu sistema de transmissão, para precaver- se contra possíveis novos blecautes nas linhas interligadas do sudeste. Os investimentos serão feitos com recursos do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento (US$56 milhões), da CEMIG (US$65 milhões) e da ELETROBRÁS (US$65 milhões). Serão aplicados na área das usinas de Rio Grande e Paranaíba, em instalação de novas linhas e subestações. Esta informações foram dadas pelo presidente da CEMIG, Guy Vilela (JB).

MIC LIBERA EXPORTAÇÕES DE ÁLCOOL

O porta-voz do ministro da Indústria e Comércio, Paulo Branco, confirmou que liberou, a partir de ontem, as exportações do álcool brasileiro, que estavam suspensas há 60 dias. Porém, ele não explicou as razões da liberação, os preços de comercialização, os países que receberão o produto, nem se a medida será provisória ou terá caráter permanente.

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