USINAS NUCLEARES PRECISAM DE US$2 BILHÕES

O presidente da NUCLEBRÁS, Licínio Seabra, informou que para concluir as usinas nucleares de Angra II e Angra III, até 1995, a estatal necessitará de US$2 bilhões. A Secretaria de Planejamento (SEPLAN) da Presidência da República está estudando a possibilidade de se obter esses recursos através do Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND). Licínio disse que "esse tipo de obra deve ser construída a fundo perdido pelos benefícios sociais que proporcionam, portanto, nada mais justo que a sociedade absorva gastos" (GM).

DÍVIDA DA ELETROBRÁS NÃO PODERÁ SER PAGA COM RECURSO DO FND

O secretário-geral do Ministério das Minas e Energia, Paulo Richer, informou, que está descartada a hipótese de pagar a dívida da ELETROBRÁS com a PETROBRÁS (num total aproximado de US$200 milhões) com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND). Isso porque o 1o. parágrafo que regulamenta as aplicações do FND diz que não é permitido que seus recursos sirvam para pagar débitos corrente (GM).

MICROLAB FECHA ACORDO COM A STC

A Microlab fechou um acordo de transferência de tecnologia com a empresa norte-americana Storage Technology Corporation (STC) para a fabricação, no país, de discos "Winchester" (disco rígido para armazenamento de dados) de 2,5 e 5 gigabytes e fitas magnéticas, que possuem controladores compatíveis com os sistemas desenvolvidos pela IBM.

OPERÁRIOS DA TERMOLAR ENTRAM EM GREVE

Os funcionários da área de fundição de vidro (responsáveis pela produção de 1500 ampolas para garrafas térmicas/dia) da Termolar S.A., de Porto Alegre (RS), entraram em greve no último dia 24 para pressionar a direção da empresa a rever seus salários (GM).

DIAP APRESENTA PROJETO SOBRE LEI DE GREVE

O diretor técnico do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), Ulisses Riedel, disse que por considerar um "retrocesso" o projeto de negociação coletiva e direito de greve apresentado ao Congresso Nacional pelo ministro do Trabalho, Almir Pazzianotto, em julho último, preparou um substitutivo e começa, nesta semana, a colher assinaturas de lideranças partidárias para sua apresentação.

INDÚSTRIA DE MINERAIS APRESENTA TAXA DE 75,2%

Pesquisa feita pelo departamento econômico da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), indica que, no último mês de maio, a indústria de minerais não-metálicos apresentou uma utilização média de 75,2% da sua capacidade instalada. E a indústria mecânica apresentou uma utilização média de 75,5% (GM).

GOVERNO CRIARÁ CONSELHO PARA ADMINISTRAR O FND

O presidente José Sarney criará um conselho de orientação e fiscalização para acompanhar a administração dos recursos que formarão o Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND). Este conselho ficará sediado no Ministério da Fazenda e deverá ser presidido pelo seu titular, ministro Dílson Funaro, a exemplo do que ocorre com o Conselho Monetário Nacional (CMN).

FIESP LANÇARÁ CAMPANHA EM DEFESA DO PLANO CRUZADO

O vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Paulo Francini, informou que a entidade lançará uma campanha em defesa do Plano Cruzado e combate à cobrança de ágio entre as indústrias (GM).

INDÚSTRIAS QUEREM AUMENTAR SEUS INVESTIMENTOS

Pesquisa realizada pelo Ministério da Fazenda com a colaboração da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), entre as 600 maiores empresas industriais do país durante os meses de junho e julho últimos, revelou que 59% das empresas consultadas manifestaram a intenção de ampliar suas programações de investimentos depois da implantação do Plano Cruzado.

CMN SE REÚNE NO PRÓXIMO DIA QUATRO

O ministro da Fazenda, Dílson Funaro, adiou, para o próximo dia 4, a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), que seria realizada amanhã. O motivo, segundo ele, "é não existir nenhuma resolução urgente a ser aprovada". A pauta da reunião do CMN constará, entre outros, os seguintes assuntos: a caderneta de poupança rural, que renderá correção monetária mais 6% de juros anuais; a tributação no "open market"; e a regulamentação da aplicação de capital estrangeiro na bolsa de valores, através do Fundo de Investimento em Condomínio ("Brazil Fund") (GM).

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