PTB APRESENTA 520 SOLUÇÕES NO SEU 1o. CONGRESSO

O PTB (Partido Trabalhista Brasileiro) encerrou ontem, em Brasília, seu 1o. congresso, com participação de 400 pessoas. Os resultados serão distribuídos às lideranças do partido. O texto final será examinado na convenção nacional em setembro. Foram levantadas 520 alternativas de solução nas áreas de educação, cultura, tecnologia, defesa do consumidor, previdência, saúde e agricultura. Uma pesquisa mostrou que 111 dos 173 entrevistados querem um candidato do PTB nas eleições presidenciais de 1994 (FSP).

DOROTHÉA DIZ QUE RECESSÃO CRIA CLIMA PÓS-GUERRA

O Brasil vive um clima de pós-guerra provocado pela recessão. Para
38537 superar esta fase, o país deve, a partir de agora, enfrentar a inflação
38537 não apenas com o controle do déficit público e paralisia da economia,

POUPANÇA FINANCEIRA CAI US$34 BILHÕES

Não há registro de um processo de crescimento econômico sustentado sem
38536 investimentos. E não há investimentos sem poupança. No Brasil, a economia

PREÇO DOS ALIMENTOS BÁSICOS RECUA 1,7%

Pela segunda semana consecutiva, caiu o preço dos alimentos básicos pesquisados pelo "DataFolha" em oito supermercados de São Paulo (capital). No período de 31 de maio a seis de junho, a queda chegou a 1,7%. No levantamento anterior, a redução foi de 1,1%. Mais uma vez, a queda foi puxada pelos hortigranjeiros. Principalmente cebola e batata, cuja oferta começa a aumentar (FSP).

BRASIL EXPORTA MAIS E RECEBE MENOS POR INDUSTRIALIZADOS

A exportação recorde de US$10,8 bilhões nos quatro primeiros meses do ano não pode ser intepretada como uma resposta da indústria nacional à recessão. A reação está sendo puxada pelos produtos primários, como café, couro e fumo, entre outros. Entre os produtos industrializados, o Brasil exporta mais em volume e recebe menos pelos produtos. De janeiro a abril último, as exportações de mercadorias oriundas do setor primário evoluíram 20,9% em relação a igual período de 90, pulando de US$2,2 bilhões para US$2,7 bilhões.

GREVE NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO

Em assembléia realizada ontem, com cerca de 300 participantes, os professores da rede municipal de ensino decidiram fazer uma paralisação parcial-- suspensão das aulas após o recreio-- no próximo dia 19, com a adesão dos funcionários de apoio (O Globo).

FORÇA SINDICAL PREPARA SEU 1o. CONGRESSO FLUMINENSE

A Primeira Plenária Estadual da Força Sindical criou uma coordenação com 17 representantes de sindicatos e federações do Rio de Janeiro para continuar o trabalho da entidade no Rio e preparar o 1o. Congresso Estadual da Força Sindical, a ser realizado daqui a seis meses. Uma das funções da coordenação será estimular a realização de congressos municipais. A coordenação também vai elaborar uma carta com as propostas da plenária, que será enviada à direção da Força Sindical Nacional e a parlamentares (O Globo).

PREFEITO NÃO QUER CEDER ATERRO PARA EVENTO PARALELO

O prefeito Marcello Alencar afirmou ontem que ainda não foi informado oficialmente pelo Fórum Nacional das Organizações Não-Governamentais (ONGs) da escolha do Parque do Flamengo como local de realização do encontro paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92). Marcello disse que não autorizará as ONGs a utilizar as áreas livres do Parque, para não danificar o gramado e as praças arborizadas (O Globo).

GOVERNO APURA FRAUDES NO IBC

Dez auditores do Tesouro Nacional estão, desde o início de maio, vasculhando os armazéns do extinto Instituto Brasileiro do Café (IBC) no Paraná, apurando denúncias de roubos e fraudes que teriam resultado no desaparecimento de 20% do estoque de café do governo federal. Até agora, os auditores nada encontraram, mas segundo o agrônomo Luiz Carlos Martins, representante do inventariante do IBC no Paraná, ficou muito difícil controlar qualquer coisa no Instituto depois de sua extinção, devido ao reduzido de funcionários.

EUA OBRIGAM BRASIL A SUSPENDER VENDA DE ARMAS À LÍBIA

Em fevereiro de 1988, o governo brasileiro rejeitou proposta de compras de armas da Líbia, no valor de US$1 bilhão, apesar de as exportações de material bélico, na época, apresentarem seu mais baixo nível desde a década de 70. A decisão foi tomada por pressão do Departamento de Estado americano, apesar dos argumentos do então embaixador do Brasil, em Washington, Marcílio Marques Moreira, favorável à venda.

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