Enviado por admin em qui, 21/11/1991 - 00:00
A Empresa Brasileira de Aeronáutica (EMBRAER) propôs ontem ao Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP) a implantação de um programa de demissões voluntárias. A meta é reduzir de 9 mil para 6,5 mil o número de empregados. Esse é o segundo programa de enxugamento do quadro funcional da estatal: em outubro do ano passado, 3 mil trabalhadores foram demitidos, o que permitiu uma diminuição da folha de pagamentos para US$14 milhões mensais. Na reunião mantida com membros do sindicato, a EMBRAER argumentou que deve US$920 milhões.
Enviado por admin em qui, 21/11/1991 - 00:00
O Congresso Nacional manteve ontem os vetos do presidente Fernando Collor à lei salarial e, com isso, o salário-mínimo ficará congelado em Cr$42 mil até janeiro (O ESP).
Enviado por admin em qui, 21/11/1991 - 00:00
O governo deve regular amanhã, por decreto, as leis que instituíram o Plano de Custeio e Benefícios da Previdência. Segundo o secretário nacional de Previdência Social, Luiz Carlos Peixoto, a intenção é encerrar a polêmica judicial em torno do reajuste de 147% para as pensões e aposentadorias, com alteração da base de cálculo, retirando a vinculação com o salário-mínimo (O ESP).
Enviado por admin em qui, 21/11/1991 - 00:00
A Holanda, sétimo maior investidor do Brasil, pediu ontem um acordo para proteger seus investimentos, estimados em US$1,2 bilhão. O interesse do governo holandês foi apresentado pelo embaixador Reijnier Flaes, que ontem participou de uma solenidade de troca de notas no Itamaraty para colocar em vigor um acordo que evita a bitributação e a evasão fiscal entre os dois países (GM).
Enviado por admin em qui, 21/11/1991 - 00:00
Os bancos negociavam ontem o dólar para importação e exportação entre Cr$765,00 e Cr$765,10. No paralelo o dólar norte-americano teve o preço de Cr$820,00 para compra e Cr$840,00 para venda em São Paulo. No Rio, de Cr$820,00 e Cr$835,00. O dólar-turismo foi negociado a Cr$820,00 para compra e Cr$840,00 para venda em São Paulo e a Cr$780,00 e Cr$835,00 no Rio de Janeiro (GM).
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A reformulação do sistema portuário brasileiro entrou novamente em pauta no Congresso Nacional. Na última semana, o colégio de líderes do Congresso decidiu incluir os portos como assunto prioritário para as votações que serão realizadas ainda este ano e estabeleceu que o próximo dia 26 é o prazo final para que as comissões de Trabalho, Transportes, Economia e Constituição e Justiça fechem um acordo em torno da questão (O Globo).
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O presidente do Banco Central, Francisco Gros, disse ontem que o Grupo Delfin, que teve sua liquidação extrajudicial levantada na semana passada pelo BC terá lucro com a devolução do seu patrimônio ao empresário Ronald Levinsohn. O lucro decorre da grande valorização dos milhares de imóveis de propriedade do grupo nos últimos oito anos, que superou largamente a correção monetária aplicada às dívidas contraídas pela instituição (O Globo).
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O governo autorizou ontem reajuste de 24% nos preços dos medicamentos vendidos com receita médica, que são tabelados pelo Departamento de Abastecimento e Preços. A majoração foi concedida à indústria farmacêutica, com margem de comercialização de 30% no varejo, e atinge cerca de 900 produtos, distribuídos em quase 2.500 apresentações. Com esse aumento, o acumulado em 30 dias chega a 46,57% (O Globo).
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O líder do governo no Senado, Marco Maciel (PFL-PE), vai convocar o ministro da Justiça, Jarbas Passarinho, para explicar a portaria que autorizou a demarcação da Reserva Índigena Yanomani, com 9,4 milhões de hectares na fronteira do Brasil com a Venezuela. A decisão do governo, segundo Maciel, provocou perplexidade entre os senadores, especialmente de Roraima e Amazonas, que não tiveram oportunidade de participar das discussões que precederam a criação da Reserva, embora seus estados tenham sido sensivelmente afetados pela medida.
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O policial aposentado Luís Tenório dos Santos, acusado de ter tentado matar a tiros o deputado estadual César Malta, no último dia 18, em Mata Grande, negou ontem que o problema tenha alguma relação com o secretário de Comércio de Alagoas, Eraldo Malta. César acusou Eraldo de premeditar o atentado com a intenção de eliminá-lo, para ficar sozinho com o comando político da cidade. O policial, preso em Irajá (PE), além de negar sua intenção de matar César Malta, de quem era cabo eleitoral até o mês passado, fez várias denúncias contra o parlamentar (O Globo).
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