PRESIDENTE DO SWISS CRITICA POLÍTICA DE INFORMÁTICA

O presidente do conselho de administração do Swiss Volksbank e ex- presidente do governo federal suíço, Ernst Brugger, criticou as medidas protecionistas adotadas pelo Brasil na questão da reserva de mercado da informática, reivindicando um comércio mais livre. Segundo o Jornal do Brasil, a posição de Brugger, manifestada durante palestra promovida pela Câmara de Comércio Suíço-Brasileira, em São Paulo, foi apoiada pelo diretor de vendas da Charmilles Technologies-- fabricante suíço de máquinas e equipamentos de alta tecnologia--, Jean Martin.

O PLANO NACIONAL DE INFORMÁTICA

A Câmara dos Deputados aprovou, ontem, através do voto simbólico das lideranças (expediente regimental utilizado quando há consenso sobre determinada matéria, permitindo que só os líderes declarem seus votos), o Plano Nacional de Informática e Automação (PLANIN), de autoria da Secretaria Especial de Informática (SEI). Ontem mesmo, o plano já foi para o Senado Federal para ser votado.

CVRD NÃO CORRE RISCO DE SER PRIVATIZADA

O presidente da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), Eliezer Batista, ao depor na Comissão Parlamentar de Inquérito das estatais no Senado Federal, que a CVRD "não corre o menor risco de ser privatizada". Batista disse que não "tem idéia" de quais fontes se originam esse tipo de especulação e considerou prejudicial ao setor privado a hipótese de a Companhia deixar de ser estatal.

A PRODUÇÃO DA COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) registrou em novembro uma produção de 3 milhões 200 mil toneladas de produtos de aço, número superior à maior marca anual já obtida pela empresa, que foi de 2 milhões 997 mil toneladas, no ano de 1983 (JB).

A COMERCIALIZAÇÃO DA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA

A Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA) informou que a indústria automobilística comercializou no mercado interno 81905 umidades em novembro, com queda de 10,7% em relação a outubro, quando foram vendidos 91723 veículos. As exportações em novembro somaram 15679 unidades, no valor de US$137,717 milhões. No período de janeiro a novembro deste ano, as exportações totalizaram US$1,668 bilhão, contra US$1,558 bilhão em igual período do ano passado. Por enquanto, o crescimento deste ano é de 7% (JB).

MINISTRO DEFENDE PESQUISA NUCLEAR

O ministro-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, José Maria do Amaral, defendeu as pesquisas que visam o domínio completo do ciclo nuclear para fins pacíficos, ao mesmo tempo que afirmava desinteresse no uso do átomo para fins militares. O ministro disse que "tudo depende de uma decisão política que está fora dos ministérios militares" (O Globo).

FAMÍLIAS ACAMPADAS EM SARANDI DENUNCIA VIGILÂNCIA OSTENSIVA

Representantes das duas mil famílias de colonos acampadas na Fazenda Anonni, em Sarandi, denunciaram à OAB/RS a vigilância ostensiva da Brigada Militar e disseram que tanto os invasores como os visitantes estão cerceados no direito de ir e vir, devido às revistas feitas pelos policiais militares (JB).

TRABALHADORES DA BRASINCA RETORNAM AO TRABALHO

Os 700 trabalhadores da Brasinca S/A, de São Caetano do Sul (SP), voltaram ao trabalho ontem, depois de dois dias de greve, conquistando abono especial de final de ano equivalente a 100 horas de trabalho, pagamento dos dias parados e antecipação de reajuste salarial em janeiro de 26% (O ESP).

CAMINHONEIROS ENTRAM EM GREVE

Cerca de 9600 caminhoneiros transportadores de combustível de São Paulo e a maioria dos transportadores de Minas Gerais entraram em greve ontem por reajuste nos fretes. Os do Rio de Janeiro decidem, hoje, se param a partir de amanhã. A reivindicação é de 60% de aumento e a Secretaria Especial de Abastecimento e Preços concedeu apenas 3,8% (O Globo).

METALÚRGICOS DA CSN ENTRAM EM GREVE

Os 23 mil metalúrgicos da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e da Fábrica de Estruturas Metálicas (FEM), subsidiária que funciona na usina de Volta de Redonda, entraram, hoje, em greve, protestando contra a discriminação aos novos empregados: "por força do decreto 89.253, de julho de 83, eles perderam vantagens, como bonificação de férias e participação nos lucros" (JB).

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