Enviado por admin em ter, 19/08/1986 - 00:00
O governo vai arrecadar, este ano, Cz$4,6 bilhões com o imposto extra de 25% que incide sobre o preço do açúcar vendido ao consumidor brasileiro. Com este dinheiro, o Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA) subsidia as destilarias e usinas de açúcar implantadas nas regiões norte, nordeste e no Estado do Rio de Janeiro, paga parte do custo da máquina burocrática do próprio IAA e custeia uma parcela do prejuízo gerado pela exportação de açúcar. A alíquota atual, de 25%, foi estabelecida pelo decreto-lei 1.952 assinado pelo ex-presidente Figueiredo em 1982.
Enviado por admin em ter, 19/08/1986 - 00:00
Levantamento do Instituto de Economia Gastão Vidigal, da Associação Comercial de São Paulo, registrou 33.994 títulos protestados na capital paulista em junho último, com queda de 25,5% em relação ao mesmo mês do ano passado. Mas houve um crescimento real de 26,5% no total de valores protestados, índice que, na análise do instituto, não pode ser tomado como uma tendência, já que uma única empresa foi responsável por 85 contratos de câmbio protestados, totalizando Cz$103,5 milhões (31,8% do valor global) (FSP).
Enviado por admin em ter, 19/08/1986 - 00:00
Para protestar contra a violência, cerca de 10 mil pessoas concentraram-se em frente ao teatro de Ribeirão Preto (SP). A pedido da Associação Comercial e Industrial, a maioria das lojas próximas ao teatro fechou suas portas e os seus funcionários puderam aderir à manifestação (FSP).
Enviado por admin em ter, 19/08/1986 - 00:00
O secretário-geral do Itamaraty, Paulo Tarso Flecha de Lima, disse que a assinatura de um acordo de verificação mútua de instalações nucleares, entre o Brasil e a Argentina, "será resultado de um processo de informações recíprocas". Flecha Lima disse que não há ainda previsão para assinatura desse acordo a curto nem a médio prazo.
Enviado por admin em ter, 19/08/1986 - 00:00
A coordenação sindical da região do Bico do Papagaio (norte de Goiás, sudeste do Pará e sudoeste do Maranhão) enviou carta ao ministro da Justiça, Paulo Brossard, denunciando violências de agentes da Polícia Federal contra lavradores.
Enviado por admin em ter, 19/08/1986 - 00:00
O presidente da IBM Brasil, Rudolf Hohn, afirmou que o acordo de desenvolvimento conjunto que estabeleceu com a indústria nacional Conpart, para a fabricação de unidades de fitas com interfaces para serem ligadas aos computadores de grande porte IBM, foi possível porque a empresa nacional tem "competência técnica". "O acordo com a Conpart é o primeiro aprovado pelo governo dentro da estratégia da IBM de formar parcerias alinhadas à lei de informática", disse ele (JB).
Enviado por admin em ter, 19/08/1986 - 00:00
Segundo as informações, "o governo brasileiro está disposto a fazer um acordo com os EUA sobre informática, desde que abandonem exigências absurdas quanto a quebra do monopólio da EMBRATEL em alguns segmentos das telecomunicações". A possibilidade de acordo, para o governo brasileiro, seria uma alteração na lei de "joint-ventures", que atualmente prevê que a empresa nacional tenha 70% do capital votante e a empresa estrangeira 30%.
Enviado por admin em ter, 19/08/1986 - 00:00
O secretário-geral do Ministério das Minas e Energia, Paulo Richer, considerou desnecessária a aprovação de novas leis para conter o controle exercido por grupos nacionais e estrangeiros sobre as áreas de pesquisa e lavra de minerais. Defendeu a aplicação pura e simples da legislação já existente, que estabelece o sistema de cassação dos direitos concedidos pelo Estado, desde que o subsolo não tenha sido explorado no prazo previsto.
Enviado por admin em ter, 19/08/1986 - 00:00
Enquanto o Brasil não resolver definitivamente a renegociação de sua dívida externa com os banqueiros internacionais, não vai ser possível realizar as operações de co-financiamento (no valor de US$700 milhões) com a participação dos bancos comerciais privados e do Banco Mundial (BIRD), informou o secretário de cooperação internacional da SEPLAN, Luís Felipe Lampréia.
Enviado por admin em ter, 19/08/1986 - 00:00
Uma missão do FMI está no Brasil desde ontem para colher dados sobre a economia brasileira e elaborar um relatório para os dirigentes da instituição. Finanças públicas, balanço de pagamento, política monetária e o lado real da economia (produção de bens de consumo) são os assuntos de maior interesse dos técnicos do FMI, que ficarão no Brasil até o dia 5 de setembro (JB).
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