O governo vai arrecadar, este ano, Cz$4,6 bilhões com o imposto extra de 25% que incide sobre o preço do açúcar vendido ao consumidor brasileiro. Com este dinheiro, o Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA) subsidia as destilarias e usinas de açúcar implantadas nas regiões norte, nordeste e no Estado do Rio de Janeiro, paga parte do custo da máquina burocrática do próprio IAA e custeia uma parcela do prejuízo gerado pela exportação de açúcar. A alíquota atual, de 25%, foi estabelecida pelo decreto-lei 1.952 assinado pelo ex-presidente Figueiredo em 1982. Além do açúcar, o álcool para fins industriais também é sobretaxado, mas sua alíquota é de 4,9% (FSP).