CVM REGULAMENTA FUNDO FECHADO DE AÇÕES

A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) regulamentou ontem a constituição e funcionamento dos fundos mútuos de investimentos em ações fechados. Ao contrário do que ocorre nos fundos abertos, os aplicadores em fundos mútuos fechados não permitem o resgate de ações, mas sim a transferência de quotas. Em outra instrução normativa, a CVM regulamentou o funcionamento dos fundos setorias de investimento em ações.

SERGIPE DÁ PASSAGEM PARA MIGRANTES DEIXAREM O ESTADO

A Fundação de Desenvolvimento Comunitário de Sergipe (Fundese) está oferecendo passagens de ônibus para que mendigos e pessoas desempregadas de Alagoas, Bahia e Pernambuco, que chegam a Aracaju (SE) em busca de melhores condições de vida, retornem a seus estados. Desde o dia 15 de março, somente 10 pessoas aceitaram as passagens para realizar a viagem de volta (FSP).

ACABA O ESTADO DE EMERGÊNCIA EM CUBATÃO

Foi suspenso às 10h de ontem o estado de emergência no Distrito Industrial de Vila Parisi, em Cubatão (SP). As 23 indústrias que estavam paralisadas voltaram a funcionar de forma escalonada. A média do índice de poluentes no horário era de 180 microgramas/m3 de ar, considerado normal para o local (FSP).

PROFESSORES DA BAHIA ENTRAM EM GREVE

Os professores da rede estadual de ensino da Bahia decidiram ontem entrar em greve por tempo indeterminado. A categoria reivindica piso salarial de 2,5 salários-mínimos para os professores e 1,7 para os funcionários das escolas. O governo disse que vai descontar os dias parados (FSP).

PROFESSORES MINEIROS EM GREVE HÁ 59 DIAS

Os professores da rede estadual de ensino de Minas Gerais completaram ontem 59 dias de paralisação com um grande protesto na praça Sete, em Belo Horizonte, onde os grevistas decidiram continuar pressionando o governador Hélio Garcia. Termina hoje o prazo para pagamento dos professores e o governo já determinou o corte dos dias parados, recebendo como resposta dos grevistas a disposição de não repor as aulas quando for encerrado o movimento. Os professores reivindicam piso salarial de Cr$126 mil (GM).

GOVERNO LIBERA CR$1 BILHÃO PARA GOIÁS

O ministro da Educação, Carlos Chiarelli, assinou ontem convênio com o governo de Goiás que prevê o repasse de Cr$1 bilhão para quatro projetos da Secretaria Estadual de Educação. Os projetos são a pré-escola, o ensino especial, o ensino não formal e para alfabetização da comunidade Kalunga. A comunidade Kalunga, cerca de cinco mil pessoas remanescentes de quilombos que vivem isolados no norte de Goiás, receberá Cr$80 milhões que serão usados no projeto que irá preparar a comunidade para a alfabetização (GM).

COTAÇÃO DO DÓLAR NORTE-AMERICANO

Os bancos negociavam ontem o dólar norte-americano para importação e exportação entre Cr$317,65 e Cr$317,75. No mercado paralelo o dólar teve o preço de Cr$350,00 para compra e Cr$352,00 para venda em São Paulo. No Rio de Janeiro a Cr$351,00 e Cr$353,00. O dólar-turismo foi negociado a Cr$342,00 para compra e Cr$350,00 para venda em São Paulo e a Cr$346,00 e Cr$353,00 no Rio de Janeiro (GM).

RJ QUER US$150 MILHÕES PARA SAFRA AGRÍCOLA

O Rio de Janeiro pleiteará, junto ao governo federal, US$150 milhões (Cr$47,4 bilhões) para a próxima safra agrícola. A informação foi dada ontem pelo novo presidente da EMATER, Irval Leonel Veiga. Segundo ele, em contrapartida, o Rio oferecerá auto-suficiência na produção agrícola e, também, planos de melhoria nas condições de vida no campo, na tentativa de reintegrar a população que migrou para a cidade (JC).

BRASILEIRO EXPLORAVA MULHERES EM FLORENÇA

A Polícia de Florença (Itália) anunciou ontem a prisão do paulista Edson Roque da Costa, 38 anos, e dois italianos (Giancaro Testi, 34 anos, e Rosário Lombardo, 44 anos), acusados de explorar e manter, em regime de semi-prisão, pelo menos 70 bailarinas brasileiras nos últimos 12 meses. Elas entravam ilegalmente no país e eram obrigadas a se prostituir (JC).

ECOLOGISTA QUER REJEIÇÃO AO PLANO AMAZÔNIA

As 701 entidades ecológicas independentes, que compõem o Fórum Brasileiro Preparatório para a Rio-92, encaminharam documentos aos embaixadores do Grupo dos Sete (EUA, Japão, Alemanha, França, Itália, Canadá e Inglaterra) pedindo que os membros da cúpula desses países não aprovem o programa-piloto para conservação da Amazônia, elaborado pelo governo Collor.

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