CATEGORIA CRIA SINDICATO NACIONAL

Os 19 sindicatos de petroleiros do país, reunidos no 1o. Congresso Nacional do Sistema PETROBRÁS, em Belo Horizonte (MG), decidiram criar um sindicato nacional para fortalecer a categoria, principalmente na campanha contra a privatização da estatal (FSP).

PORTA-VOZ DESCARTA RENÚNCIA OU AFASTAMENTO

O presidente Fernando Collor de Mello descarta a possibilidade de vir renunciar ou se licenciar do cargo devido às denúncias contra o empresário Paulo César Farias. A informação é do porta-voz da Presidência, Pedro Luiz Rodrigues (FSP).

COLLOR VAI À TV

Pressionado pelas suspeitas de envolvimento nos negócios supostamente irregulares de Paulo César Farias, seu ex-tesoureiro de campanha, o presidente Fernando Collor de Mello fez ontem, em cadeia nacional de rádio e TV, um apelo contra o isolamento político. "Não me deixem só. Eu preciso de vocês", disse Collor, repetindo o mais conhecido mote de sua campanha eleitoral. Afirmou ainda: "Vou levar até o fim, custe o que custar, doa a quem doer, a bandeira da luta contra a corrupção" (FSP) (JB) (O Globo).

DÍVIDA E MERCOSUL LEVAM MARCÍLIO AO EXTERIOR

O ministro da Economia, Marcílio Marques Moreira, visita esta semana os EUA e a Argentina. Até seu retorno, no próximo dia 27, o ministro discutirá a dívida externa brasileira e o MERCOSUL (Mercado Comum do Cone Sul, integrado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai). Marcílio se reúne hoje de manhã em Nova Iorque com o negociador da dívida, Pedro Malan. Ainda pela manhã, o ministro tem encontro marcado com o vice-presidente do FED (Federal Reserve, o banco Central) de Nova Iorque, Terence Checki, e participa de reunião com membros do Council of the Americas.

COMISSÃO VOTA PROJETO PARA 1993

A Comissão Mista de Orçamento do Congresso vota amanhã a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). O senador Márcio Lacerda (PMDB-MT) vai apresentar substitutivo ao projeto do governo alterando critérios e prioridades para os gastos da União em 1993. Deverá ser incorporado à LDO o projeto do deputado Antônio Brito (PMDB-RS) que manda a UNião pagar uma dívida de Cr$1,2 trilhão com o fundo PIS/Pasep. A dívida não vem sendo paga desde 1988 por falta de dotação orçamentária (FSP).

NOVA LEGISLAÇÃO CHEGA À CÂMARA

O projeto de alteração na legislação dos portos, uma das prioridades do governo, deverá ser votado pela Câmara Federal amanhã. O governo quer acabar com o monopólio sindical da estiva para os custos de carregamento de mercadorias nos portos. O preços dos serviços portuários do Brasil estão entre os mais altos do mundo. O governo também espera mudar a legislação para ampliar os investimentos da iniciativa privada na estrutura portuária do Brasil (FSP).

COMEÇA NOVA DISCUSSÃO DO ACORDO

Começa a ser definida hoje a renovação do acordo do setor automobilístico, que termina no final deste mês. O acordo reduziu os preços dos veículos em 22%. Representantes do Banco do Brasil, empresários e trabalhadores discutem na sede do Ministério da Economia em São Paulo uma proposta de financiamento para a compra de veículos (FSP).

SENADO DECIDE SOBRE A ROLAGEM DAS DÍVIDAS

O Senado vota amanhã resolução autorizando a rolagem das dívidas que os estados e municípios tem com a União. O diretor do Tesouro Nacional, Roberto Figueiredo Guimarães, pretende começar assinar os contratos de rolagem das dívidas em seguida. Pela resolução, o Tesouro ficaria com a responsabilidade pela liquidação dos débitos dos estados e municípios junto a credores internos e externos. Estados e municípios teriam dívidas apenas com o tesouro (FSP).

CPI CONCENTRA ATENÇÃO NO PALÁCIO DO PLANALTO

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga as denúncias contra Paulo César Farias vai concentrar suas atenções no Palácio do Planalto. Os membros da CPI acham que já têm provas para pedir o indiciamento de PC por formação de quadrilha e extorsão. Assim, a investigação se volta para as fontes de poder de PC no governo. Oficialmente, está marcado apenas o depoimento de Jorge Bandeira, sócio de PC na empresa Brasil-Set, para amanhã.

GOVERNO DEIXA A EDUCAÇÃO SEM CR$300 BILHÕES

O governo federal aplicou em educação Cr$300 bilhões a menos do que o mínimo de 18% dos recursos exigido pela Constituição. O valor refere-se ao primeiro trimestre deste ano. Deveriam ter sido destinados Cr$900 bilhões, mas os gastos ficaram em Cr$601 bilhões (FSP).

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