NELSON RIBEIRO NEGA PARTICIPAÇÃO NO ESCÂNDALO DA GLEBA AURÁ

Em nota à imprensa, o ministro da Reforma e Desenvolvimento Agrário, Nelson Ribeiro, negou as denúncias sobre a sua participação no escândalo da gleba Aurá, no Pará, quando presidia o banco do governo estadual-- Banpará. Ele insistiu que não houve favorecimento à empresa Metrô Engenharia no ato de desapropriação da gleba, nem prejuízo para os cofres públicos (O ESP).

CÂMARA REJEITA EXTENSÃO DOS DOIS TURNOS EM NOVEMBRO

A Câmara dos Deputados rejeitou a extensão dos dois turnos às eleições municipais de novembro. Durante a votação, os deputados Albino Coimbra (PDS-MS), Fernando Bastos (PFL-SC), Homero Santos (PFL-MG) e Ronan Tito (PMDB-MG) foram surpreendidos quando votaram duas vezes. Eles apertaram os botões de suas poltronas e os das poltronas vizinhas, que estavam vazias, fraudando o resultado computado no painel eletrônico do plenário da Câmara (JB) (FSP) (O ESP).

CANDIDATOS QUE QUISEREM APOIO DA CNI TERÃO DAR ALGO EM TROCA

Os candidatos à Constituinte de 1986 que quiserem o apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI) terão de se comprometer com a defesa da livre iniciativa e do livre mercado explicitada em uma "carta de princípios", que está sendo elaborada por empresários ligados à CNI (JB).

ESTATAIS TÊM PERDA NO FATURAMENTO

As estatais tiveram uma perda de faturamento em torno de Cr$2 trilhões, nos últimos dois meses, em função do regime de congelamento das tarifas de serviço público imposto pelo Conselho Interministerial de Preços (CIP), calcula o titular da SEST (Secretaria Especial de Controle das Estatais), Henry Philip Reischtul (FSP).

SEPLAN PROPÕE CORTE NOS GASTOS PÚBLICOS

O ministro do Planejamento, João Sayad, propôs ao presidente José Sarney um corte, este ano, de Cr$27,8 trilhões nos gastos públicos. Do total, Cr$22,8 trilhões se referem a gastos de custeio (Cr$4 trilhões) e investimentos (Cr$18,8 trilhões) das empresas estatais. No caso de investimentos, o corte representará 27,3% das pretensões orçamentárias das estatais.

PETROBRÁS TERÁ RECURSOS PARA ELEVAR PRODUÇÃO DE PETRÓLEO

A PETROBRÁS terá recursos suficientes para continuar elevando a produção de petróleo e assegurar novas descobertas, garantiu o ministro das Minas e Energia, Aureliano Chaves. Aureliano afirmou que não existe nenhuma proposta para alterar a atual paridade de preços entre o petróleo importado e o nacional (O Globo).

PETROFÉRTIL REGISTRA PREJUÍZO

A PETROFÉRTIL, subsidiária da PETROBRÁS que produz matérias-primas para fertilizantes, registrou, de janeiro a março deste ano, um prejuízo de Cr$52,5 bilhões, contra um lucro de Cr$45,3 bilhões em igual período do ano passado. Mas o Sistema Petrobrás teve um lucro líquido de Cr$929,8 bilhões de janeiro a março, o que representou um aumento de 1006% em relação ao de Cr$84 bilhões obtido no primeiro trimestre do ano passado (O Globo).

ESTATAIS DEVERÃO PERDER COM O CONGELAMENTO DE PREÇOS

Segundo o jornal O Globo, fonte da SEPLAN informou que as empresas estatais deverão perder Cr$35 trilhões com a política de congelamento dos preços dos combustíveis, energia elétrica, aço, tarifas telefônicas e passagens de trens suburbanos, executada pelo governo desde 18 de março. Conforme o jornal, as principais empresas prejudicadas com a atual política de preços do governo são a PETROBRÁS, a ELETROBRÁS, a SIDERBRÁS, a Rede Ferroviária Federal (RFFSA), a TELEBRÁS e a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) (O Globo).

CDI VAI MUDAR SUA FORMA DE ATUAÇÃO

Segundo o jornal Gazeta Mercantil, o Conselho de Desenvolvimento Industrial (CDI) vai mudar a sua feição interna e redirecionar a forma de atuação no país, de modo a "agilizar as suas decisões plenárias e desenvolver a futura política industrial do país." Conforme o jornal, no próximo mês, o plenário do CDI irá permitir a participação no conselho de um representante do Ministério da Ciência e Tecnologia, ao mesmo tempo que se reduz a presença das Forças Armadas em alguns grupos setoriais, ainda a serem definidos.

MONTADORAS DE SP PARAM POR FALTA DE PEÇAS

Segundo as informações, as montadoras, em São Paulo, pararam por falta de peças para fabricar seus carros. Os fornecedores, por sua vez, divulgaram nota oficial criticando a decisão das montadoras de não negociar seus novos preços (O Globo).

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