Enviado por admin em sex, 14/06/1985 - 00:00
Em nota à imprensa, o ministro da Reforma e Desenvolvimento Agrário, Nelson Ribeiro, negou as denúncias sobre a sua participação no escândalo da gleba Aurá, no Pará, quando presidia o banco do governo estadual-- Banpará. Ele insistiu que não houve favorecimento à empresa Metrô Engenharia no ato de desapropriação da gleba, nem prejuízo para os cofres públicos (O ESP).
Enviado por admin em sex, 14/06/1985 - 00:00
A Câmara dos Deputados rejeitou a extensão dos dois turnos às eleições municipais de novembro. Durante a votação, os deputados Albino Coimbra (PDS-MS), Fernando Bastos (PFL-SC), Homero Santos (PFL-MG) e Ronan Tito (PMDB-MG) foram surpreendidos quando votaram duas vezes. Eles apertaram os botões de suas poltronas e os das poltronas vizinhas, que estavam vazias, fraudando o resultado computado no painel eletrônico do plenário da Câmara (JB) (FSP) (O ESP).
Enviado por admin em sex, 14/06/1985 - 00:00
Os candidatos à Constituinte de 1986 que quiserem o apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI) terão de se comprometer com a defesa da livre iniciativa e do livre mercado explicitada em uma "carta de princípios", que está sendo elaborada por empresários ligados à CNI (JB).
Enviado por admin em sex, 14/06/1985 - 00:00
As estatais tiveram uma perda de faturamento em torno de Cr$2 trilhões, nos últimos dois meses, em função do regime de congelamento das tarifas de serviço público imposto pelo Conselho Interministerial de Preços (CIP), calcula o titular da SEST (Secretaria Especial de Controle das Estatais), Henry Philip Reischtul (FSP).
Enviado por admin em sex, 14/06/1985 - 00:00
O ministro do Planejamento, João Sayad, propôs ao presidente José Sarney um corte, este ano, de Cr$27,8 trilhões nos gastos públicos. Do total, Cr$22,8 trilhões se referem a gastos de custeio (Cr$4 trilhões) e investimentos (Cr$18,8 trilhões) das empresas estatais. No caso de investimentos, o corte representará 27,3% das pretensões orçamentárias das estatais.
Enviado por admin em sex, 14/06/1985 - 00:00
A PETROBRÁS terá recursos suficientes para continuar elevando a produção de petróleo e assegurar novas descobertas, garantiu o ministro das Minas e Energia, Aureliano Chaves. Aureliano afirmou que não existe nenhuma proposta para alterar a atual paridade de preços entre o petróleo importado e o nacional (O Globo).
Enviado por admin em sex, 14/06/1985 - 00:00
A PETROFÉRTIL, subsidiária da PETROBRÁS que produz matérias-primas para fertilizantes, registrou, de janeiro a março deste ano, um prejuízo de Cr$52,5 bilhões, contra um lucro de Cr$45,3 bilhões em igual período do ano passado. Mas o Sistema Petrobrás teve um lucro líquido de Cr$929,8 bilhões de janeiro a março, o que representou um aumento de 1006% em relação ao de Cr$84 bilhões obtido no primeiro trimestre do ano passado (O Globo).
Enviado por admin em sex, 14/06/1985 - 00:00
Segundo o jornal O Globo, fonte da SEPLAN informou que as empresas estatais deverão perder Cr$35 trilhões com a política de congelamento dos preços dos combustíveis, energia elétrica, aço, tarifas telefônicas e passagens de trens suburbanos, executada pelo governo desde 18 de março. Conforme o jornal, as principais empresas prejudicadas com a atual política de preços do governo são a PETROBRÁS, a ELETROBRÁS, a SIDERBRÁS, a Rede Ferroviária Federal (RFFSA), a TELEBRÁS e a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) (O Globo).
Enviado por admin em sex, 14/06/1985 - 00:00
Segundo o jornal Gazeta Mercantil, o Conselho de Desenvolvimento Industrial (CDI) vai mudar a sua feição interna e redirecionar a forma de atuação no país, de modo a "agilizar as suas decisões plenárias e desenvolver a futura política industrial do país." Conforme o jornal, no próximo mês, o plenário do CDI irá permitir a participação no conselho de um representante do Ministério da Ciência e Tecnologia, ao mesmo tempo que se reduz a presença das Forças Armadas em alguns grupos setoriais, ainda a serem definidos.
Enviado por admin em sex, 14/06/1985 - 00:00
Segundo as informações, as montadoras, em São Paulo, pararam por falta de peças para fabricar seus carros. Os fornecedores, por sua vez, divulgaram nota oficial criticando a decisão das montadoras de não negociar seus novos preços (O Globo).
Páginas