O ministro do Planejamento, João Sayad, propôs ao presidente José Sarney um corte, este ano, de Cr$27,8 trilhões nos gastos públicos. Do total, Cr$22,8 trilhões se referem a gastos de custeio (Cr$4 trilhões) e investimentos (Cr$18,8 trilhões) das empresas estatais. No caso de investimentos, o corte representará 27,3% das pretensões orçamentárias das estatais. Ainda segundo a proposta do ministro do Planejamento, os restantes Cr$5 trilhões de cortes se referem ao orçamento da Previdência Social, com Cr$4 trilhões, e ao subsídio ao trigo, com Cr$1 trilhão (O Globo).