AUMENTA A PRODUÇÃO DE OURO

O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) informou que a produção nacional de ouro no primeiro trimestre atingiu 9,5 toneladas (2,7 provenientes das minas e 6,8 toneladas dos garimpos), 14,5% a mais do que no mesmo período do ano passado, quando a produção foi de 8,3 toneladas. O desempenho da extração de ouro nos três meses iniciais de 1985 representou para o país uma receita da ordem de US$100 milhões (GM).

GOVERNO DECIDE AMPLIAR SUA PARTICIPAÇÃO NA DIRETORIA DO BIRD

O governo brasileiro decidiu ampliar sua participação na diretoria do Banco Mundial (BIRD) e vai promover, na próxima semana, uma primeira reunião com os representantes dos outros quatro países (Colômbia, Filipinas, Haiti e República Dominicana) que fazem parte do grupo a que o Brasil pertence. A reunião está sendo montada pelo secretário de Coordenação de Assuntos Internacionais (SUBIN) da SEPLAN, embaixador Luiz Felipe Palmeira Lampréia, e poderá ocorrer já na próxima semana, em Brasília.

TITULAR DA SEI EXPLICA ADIAMENTO DE REUNIÃO DO CONIN

O titular da SEI (Secretaria Especial de Informática), José Rubem Dória Porto, contestou as versões publicadas, ontem, para explicar o adiamento da reunião do Conselho Nacional de Informática e Automação (CONIN). Segundo ele, a SEI "não está exorbitando de suas funções e cumpre integralmente a Lei de Informática". Dória Porto disse que não concorda com as queixas do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), que se sentiu alijado das discussões sobre a regulamentação da comercialização do "software".

SETOR SIDERÚRGICO TEVE PREJUÍZO DE CZ$12 TRILHÕES EM 85

O Conselho de Não-Ferrosos e Siderurgia (CONSIDER) informou que o setor siderúrgico, estatal e privado, fechou o exercício de 1985 com um prejuízo no valor de Cr$12,221 trilhões (GM).

COMERCIÁRIOS TÊM SALÁRIO MAIOR

Os salários dos trabalhadores no comércio apresentaram em abril um crescimento de 6,6% em relação a março-- com valores deflacionados pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas (FIPE) da Universidade de São Paulo (USP) (GM).

FUNCIONÁRIOS DA CETESB FAZEM GREVE

Os 2 mil funcionários da Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental de São Paulo (CETESB) decidiram, em assembléia, entrar em greve a partir do próximo dia 23. Os trabalhadores, que têm data-base em 1o. de maio, reivindicam a concessão de adicional de anuênio, no valor de 1% dos salários, retroativo à data de admissão (GM).

GREVE CONTINUA NA COSIPA

As empreiteiras Ultratec, Tenenge, Montreal, Enesa e Mendes Júnior, que prestam serviços para a COSIPA (Companhia Siderúrgica Paulista), continuam em greve. Os trabalhadores reivindicam aumento salarial de 25%, adicional de insalubridade, 3% de produtividade e uniformes de trabalho (GM).

METALÚRGICOS CONTINUAM GREVE EM SÃO PAULO

Cerca de 9 mil trabalhadores estavam envolvidos nas greves que ontem paralisaram as atividades de cinco indústrias metalúrgicas da região metropolitana da Grande São Paulo: Villares, Bardella S/A., La Fonte, Alfa Laval Equipamentos Ltda. e Niagara Comércio e Indústria. Em Santo André, os metalúrgicos da Falbo, fabricante de molas continuavam a greve iniciada no último dia 3 e já julgada ilegal. A greve na Bardella completou ontem três dias. Em assembléia, os trabalhadores decidiram pela continuidade do movimento.

SENADO SÓ VOTA ESTABILIDADE NO SEMESTRE QUE VEM

O projeto de lei que dispõe sobre a estabilidade no emprego, de autoria do líder do PMDB na Câmara, Pimenta de Veiga, só deverá ser votado pelo Senado no próximo semestre e, mesmo assim, deverá sofrer modificações, disse, ontem, o líder do PFL, senador Carlos Chiarelli, após audiência com o presidente José Sarney (GM).

PAZZIANOTTO ACHA PROJETO DE ESTABILIDADE ULTRAPASSADO

O ministro do Trabalho, Almir Pazzianotto, afirmou que não assinaria o projeto de estabilidade no emprego, apresentado pelo líder do PMDB, deputado Pimenta da Veiga e aprovado no último dia 18 pela Câmara. Segundo ele, o projeto não significa avanço algum em relação ao já disposto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), legislação considerada pelo ministro, do ponto de vista dos contratos de trabalho, como "antiga, ultrapassada, inadequada e até confusa" (GM).

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