Enviado por admin em seg, 25/12/1989 - 00:00
O futuro presidente da República, Fernando Collor de Mello, não deverá
26964 fazer mudanças radicais na atual política nacional de informática. O
26964 contigente de defensores desta política não é formado apenas pelos
26964 eleitores de Luís Inácio da Silva, mas do próprio Collor, que certamente
26964 apresentarão resistência a uma abertura total do mercado brasileiro ao
26964 capital estrangeiro. O próximo governo não poderá ficar indiferente a
26964 este aspecto da situação, mesmo que se proponha a algumas transformações
Enviado por admin em dom, 24/12/1989 - 00:00
O saldo da balança comercial pode chegar a zero em março do ano que vem, advertem os presidentes da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), Marcus Vinicius Pratini de Morais, e da Associação Brasileira das Empresas Comerciais Exportadoras (ABECE), Luiz Osvaldo Aranha, preocupados com a tendência de queda nas exportações registrada desde agosto (FSP).
Enviado por admin em dom, 24/12/1989 - 00:00
O PSDB não formará no próximo ano uma frente de esquerda para disputar as eleições para governadores e deputados, como estão propondo informalmente o PT, PDT, PCB, PC do B, PSB e o "novo PMDB". O presidente nacional do PSDB, Franco Montoro, disse que "cada partido deverá manter sua fisionomia". Ele afirmou que poderão ocorrer "aproximações ocasionais", mas o partido quer crescer sozinho, no bloco de centro- esquerda, concorrendo na maioria dos estados. A principal bandeira do PSDB em 1990 será o parlamentarismo (FSP).
Enviado por admin em dom, 24/12/1989 - 00:00
O presidente eleito, Fernando Collor de Mello, disse a auxiliares que pretende retardar ao máximo o anúncio de seu ministério, a fim de não desgastá-lo. Collor acredita que o ministro escolhido seria "confundido" com a atual equipe de governo, assumindo, mesmo que indiretamente, responsabilidade pela crise econômica. A idéia é anunciar os ministros apenas em março, em especial os da área econômica (FSP).
Enviado por admin em dom, 24/12/1989 - 00:00
A Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo colocará em execução no início de 1990 a fase final do projeto "Educação e Direitos Humanos", que prevê a especialização de professores da rede estadual e municipal de ensino no tema direitos humanos. O projeto começou a ser idealizado há três anos e está sendo desenvolvido em escolas da rede pública e universidades, além de Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), paróquias, sociedade amigos de bairro e sindicatos (FSP).
Enviado por admin em dom, 24/12/1989 - 00:00
O novo ministro-chefe do Gabinete Civil, Luís Roberto Ponte, vai pedir que o presidente eleito, Fernando Collor de Mello, ajude o governo Sarney e ofereça sugestões para implementação imediata (FSP).
Enviado por admin em dom, 24/12/1989 - 00:00
O governador de São Paulo, Orestes Quércia, criticou ontem a proposta do candidato derrotado da Frente Brasil Popular, deputado Luís Inácio da Silva, de fazer um governo paralelo para acompanhar todas as medidas do presidente eleito. Para o governador, "a idéia não tem nenhum sentido" (O Globo).
Enviado por admin em dom, 24/12/1989 - 00:00
O cardeal-arcebispo de Brasília, dom José Freire Falcão, disse ontem que a proposta do candidato derrotado da Frente Brasil Popular, Luís Inácio da Silva, de formação de um governo paralelo durante a administração Collor "é infeliz". Acrescentou que "em um regime democrático representativo, só pode haver um governo". No último dia 22, o cardeal de São Paulo, dom Evaristo Arns, também mostrou-se contrário à proposta de Lula (O Globo).
Enviado por admin em dom, 24/12/1989 - 00:00
Reivindicações justas devem ser acatadas, mas a greve pela greve e
26956 inaceitável. Esta é a posição que o presidente da Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT), Antônio Rogério Magri, tem defendido junto ao presidente eleito, Fernando Collor de Mello. Cotado para assumir o Ministério do Trabalho no novo governo, Magri acredita que as relações entre capital e trabalho vão mudar, na medida em que Collor promete afastar o Estado das negociações (O Globo).
Enviado por admin em dom, 24/12/1989 - 00:00
O presidente eleito Fernando Collor de Mello determinou que a economista Zélia Cardoso de Melo inicie contatos com o governo para obter informações sobre a crise econômica. Collor disse à Zélia que o inimigo número um a ser combatido é a inflação. A coordenadora econômica do novo governo deverá ter contatos diretos com os ministros da área econômica nos próximos dias. O congelamento está descartado: a inflação será combatida através de rígido ajuste fiscal (O Globo).
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