Enviado por admin em seg, 22/10/1990 - 00:00
O porta-voz da Presidência da República, Cláudio Humberto, afirmou ontem, em Lisboa (Portugal), que a fala do presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Jair Meneghelli, contra o ministro da Justiça, Jarbas Passarinho, "revela uma intolerância inadequada ao momento de esforço pelo entendimento nacional". Segundo ele, "é também uma atitude atrasada, uma vez que tenta reacender uma discussão obsoleta no mundo atual, onde não há mais direita ou esquerda, e da qual o Brasil tenta compartilhar" (O Globo).
Enviado por admin em seg, 22/10/1990 - 00:00
O setor privado pode desistir de receber em dinheiro o pagamento da
Enviado por admin em seg, 22/10/1990 - 00:00
O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM) e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Luiz Antônio de Medeiros, marca sua volta ao cenário político-- após o enfarte sofrido há dois meses-- anunciando seu "sonho" de candidatar-se à prefeitura de São Paulo em 1992. Medeiros mantém suas críticas à CUT (Central Única dos Trabalhadores) e acusa-a de pôr na mesa do pacto social uma pauta de propostas que "não passa de um pretexto para inviabilizar a política do governo".
Enviado por admin em seg, 22/10/1990 - 00:00
O envio de carta, encomenda ou qualquer documento registrado através das agências dos correios vai ficar mais seguro. É que a ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) está instalando um sistema que possibilitará realizar com precisão o acompanhamento, em todo o território nacional, de um objeto desde o momento em que é postado e registrado pelo remetente até sua entrega ao destinatário.
Enviado por admin em seg, 22/10/1990 - 00:00
O candidato do PMDB ao governo de São Paulo, Luiz Antônio Fleury Filho, negou ontem que haja um acordo entre o presidente Fernando Collor e o governador Orestes Quércia (PMDB) em torno da disputa do segundo turno das eleições. "Não há acordo nenhum", afirmou Fleury (FSP).
Enviado por admin em seg, 22/10/1990 - 00:00
O governador eleito do Rio de Janeiro, Leonel Brizola (PDT), atribuiu caráter nacional à votação que recebeu-- 60,16% dos votos válidos de um eleitorado historicamente de oposição ao governo federal-- após uma campanha em que priorizou o discurso contra o presidente Fernando Collor. Considerando-se preparado para conciliar sua administração com as atividades de líder da oposição, Brizola pensa em organizar em duas frentes-- uma de parlamentares e outra de governadores considerados progressistas-- uma espécie de "Federação das Oposições" (FSP).
Enviado por admin em seg, 22/10/1990 - 00:00
O ministro da Justiça, Jarbas Passarinho, estabeleceu como uma de suas prioridades a aproximação imediata com o PT, a fim de facilitar a participação da CUT (Central Única dos Trabalhadores) no chamado entendimento nacional. A visão do ministro é de que, sem a CUT, no diálogo entre governo, empresários e trabalhadores será ainda mais difícil a obtenção de um acerto para reduzir a inflação (FSP).
Enviado por admin em seg, 22/10/1990 - 00:00
O secretário-executivo do Ministério da Economia, Eduardo Teixeira, deixa o cargo amanhã e assume a presidência da PETROBRÁS com um discurso de subordinação incondicional ao programa de estabilização do governo. Desde que aceitou o comando da estatal, no último dia 19, Teixeira vem prometendo austeridade administrativa e mudanças para evitar maior desgaste da imagem da companhia.
Enviado por admin em seg, 22/10/1990 - 00:00
O presidente da VASP, Wagner Canhedo, refutou ontem as críticas feitas no último dia 19 pelo ex-presidente da PETROBRÁS, Luiz Octávio da Motta Veiga, de que a VASP teria se articulado com membros do governo federal para tentar um empréstimo de US$45 milhões da BR Distribuidora, subsidiária da PETROBRÁS. Em nota de esclarecimento, Canhedo classifica as críticas de Veiga de Insinuações levianas" (FSP).
Enviado por admin em seg, 22/10/1990 - 00:00
O governo ultrapassou em mais de Cr$180 bilhões a meta de expansão monetária fixada para o segundo semestre deste ano. Isso demonstra que o Banco Central não está conseguindo enxugar a liquidez do mercado e que a inflação não deve cair já para um dígito. De acordo com a programação monetária aprovada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), o saldo dos depósitos à vista mais o papel-moeda em poder do público (o chamado M1) não poderia ultrapassar Cr$1,333 trilhão em 31 de dezembro de 1990.
Páginas