METALURGIA BRASILEIRA APRESENTOU SUPERÁVIT

A metalurgia brasileira apresentou um superávit comercial externo de US$1,5 bilhão de janeiro a setembro último, 11% menor que o saldo de US$1,7 bilhão obtido nos primeiros nove meses do ano passado. As importações aumentaram 16%, atingindo US$268 milhões, enquanto as exportações diminuíram 7,9%, caindo para US$1,8 bilhão. Estas informações foram dadas pelo CONSIDER (Conselho de Não-Ferrosos e Siderurgia) (O Globo).

AS VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA

As vendas do comércio varejista da região metropolitana de Belo Horizonte (MG) apresentaram uma queda no mês de agosto de 6,4% em relação ao mês de julho, segundo pesquisa feita pela Federação do Comércio de Minas Gerais (FSP).

GRUPO BARDELLA ADQUIRIU 50% DDO CONTROLE ACIONÁRIO DA SCHULER

O Grupo Bardella adquiriu, por US$4 milhões, 50% do controle acionário da indústria Schuler Incorporated, de Columbus, Ohio-- EUA, segundo anunciou o presidente do grupo, Cláudio Bardella. Segundo as informações, a Schuler Incorporated tem uma previsão de faturamento, para o próximo ano, de US$90 milhões, já tendo em sua carteira pedidos no valor de US$70 milhões. O grupo alemão Schuler, que detém a outra parte do controle acionário da indústria norte-americana, está fazendo um aporte de recursos de US$2,5 milhões (JB).

EMBAIXADOR DOS EUA NO BRASIL CRITICA ROSENBAUM

O embaixador do EUA no Brasil, Diego Asencio, criticou, ontem, o representante do seu país para assuntos de comércio exterior com a América Latina, Caribe e África, H.Jon Rosenbaum, que no último dia 24, ao discursar no Encontro Bilateral Brasil/EUA, condenou a lei de informática brasileira.

SENADO NORTE-AMERICANO LIMITA IMPORTAÇÕES DE TÊXTEIS

O Senado norte-americano aprovou preliminarmente, por 54 a 42, um projeto de lei que limita as importações de têxteis e de calçados dos EUA (JB).

MINISTRO DETERMINA AO GETAT ESTUDO SOBRE DESAPROPRIAÇÕES

O ministro da Reforma e Desenvolvimento Agrário, Nelson Ribeiro, determinou ao presidente do Grupo Executivo de Terras do Araguaia/Tocantins (GETAT), Asdrúbal Bentes, que realize estudos para a desapropriação de quatro áreas de conflito no sul do Pará e norte de Goiás. Segundo as informações, as principais áreas de conflito das duas regiões são a Fazenda da Capetinga, em Redenção (PA), a Fazenda São José dos Três Morros e parte da Fazenda Joncon, em Conceição do Araguaia (PA), além da Fazenda Juarina, em Couto Magalhães (GO).

SARNEY ASSINA DECRETO DESAPROPRIANDO TRÊS FAZENDAS

Segundo o jornal O Globo, o presidente José Sarney assinou, ontem, decretos, autorizando a desapropriação de três fazendas e um sítio, num total de 13029 hectares, em Mato Grosso e no Rio de Janeiro, beneficiando 359 famílias de posseiros. Conforme o jornal, no Rio de Janeiro, as áreas escolhidas são a Fazenda Sabugo e o sítio anexo São José, em Paracambi, registrados em nome de José Macedo de Araújo, que vendeu parte dos 1386 hectares à firma Cláudia S/A.

A REFORMA TRIBUTÁRIA DE EMERGÊNCIA

O secretário do Planejamento de São Paulo, José Serra, afirmou que as novas medidas adotadas pela reforma tributária de emergência trarão reforço de apenas 0,6% nos recursos do Estado, representando Cr$150 bilhões, enquanto seriam necessários mais de Cr$2 trilhões para o equilíbrio financeiro das contas estaduais (O Globo).

A DÍVIDA EXTERNA

Segundo o jornal Gazeta Mercantil, uma fonte do Itamaraty informou que cerca de 40 países da África (o jornal só citou os seguintes nomes: Congo, Libéria, Moçambique, Togo, Angola, Senegal, Tunísia, Gabão, Guiné-Conakry, Zimbawe, Guiné-Bissau, Zâmbia) e da América Latina (não foram citados) devem ao Brasil algo próximo a US$2,9 bilhões, dos quais US$500 milhões correspondem a dívida comercial já vencida. Os restantes US$2,4 bilhões vencerão dentro de três anos.

O CASO DAS POLONETAS

O presidente do Banco Central, Fernão Bracher, comunicou à CPI da Câmara dos Deputados sobre as "polonetas" que, até o final do ano, o Brasil concluirá as negociações com a Polônia para reescalonar 84%-- US$1,62 bilhão-- do total da dívida polonesa de US$1,93 bilhão, dentro do acordo firmado em julho último entre o governo polonês e 17 países credores no âmbito do Clube de Paris, a prazos de 11 anos para amortização com cinco de carência e juros "a níveis de mercado".

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