Um ano depois do conflito entre 200 policiais militares e 2 mil bóias-frias em greve, na cidade de Leme (SP), que resultou na morte a tiros do cortador de cana Orlando Correia e da empregada doméstica Sibely Aparecida Manoel (além de 10 outros trabalhadores baleados), a polícia ainda não identificou os culpados. O inquérito policial instaurado pela Delegacia Seccional da vizinha cidade de Rio Claro está parado desde 16 de março último (JB).