Apesar de autorizada, por decisão do juiz Zurel de Queiróis Cunha, da 9a. Vara do Fórum de Salvador (BA), a comerciária Marinalva Silva, de 25 anos, que foi estuprada e engravidou, não conseguiu fazer o aborto. Os médicos do Hospital Manoel Vitorino, aos quais procurou, negaram-se a realizar o aborto "em nome da ética médica" (JC).