Por medo de represálias anunciadas por soldados do 18o. Batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro, sete das testemunhas do assassínio do professor de natação Marcellus Gordilho Ribas, de 24 anos, morto a pancadas por soldados da PM no dia 17 de março passado, deixaram de comparecer à Auditoria de Justiça Militar para depor sobre o caso. As três únicas testemunhas que compareceram reiteraram as acusações ao sargento e aos cinco soldados que mataram o professor (JB).