Três empresas do Grupo Cobrasma, pertencente ao vice-presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Luís Eulálio de Bueno Vidigal Filho, demitiram 760 dos seus 9.700 funcionários, alegando falta de pedidos. Esses funcionários, todos de Osasco (SP), estavam em greve desde anteontem, mas retornaram ao trabalho ontem, aceitando a proposta do grupo: estabilidade de 30 dias para os que permanecerem na empresa, pagamento do resíduo do "gatilho" salarial e assistência médica gratuita de três meses para os demitidos. Também a Cobrasma de Campinas (SP) demitiu essa semana 150 funcionários (O Globo).