Se durante três meses o depositante não fizer nenhuma retirada em sua caderneta de poupança, poderá contar com a correção, em junho, igual à inflação. Esta é a fórmula que está sendo estudada pelo consultor-geral da República, Saulo Ramos, para contornar a reação negativa à decisão do governo de corrigir as cadernetas pela LBC, cuja variação será muito inferior à inflação de junho, estimada em 28% (JB).