Dois dias após o governo de Pernambuco ter anunciado a escolha do coronel da PM Adelson Alves Wanderley para chefe da Casa Militar, o governador Miguel Arraes sustou a nomeação, ao tomar conhecimento das denúncias do escritor Paulo Cavalcanti. O oficial foi acusado de envolvimento no atentado contra o estudante Cândido Pinto, que ficou paralítico, e no assassinato do padre Antônio Henrique, fatos ocorridos durante o regime militar e ainda não esclarecidos (JB).