A Central Geral dos Trabalhadores (CGT) apóia a realização de uma greve geral contra o "arrocho" salarial decorrente do novo "choque" econômico, mas discorda da data de 15 de julho, defendida pela Central Única dos Trabalhadores (CUT). O entendimento da CGT é de que deve ser realizada uma ampla consulta e discussão com os trabalhadores nos sindicatos antes da cúpula do movimento sindical partir para a mobilização em torno da greve geral (FSP).