O Ministério da Fazenda ficou o prazo de 60 dias para que as medidas de restrição ao crédito, adotadas no último dia 20 pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), consigam reverter o crescimento do consumo de bens no país. Se a reversão não ocorrer neste período, serão adotadas medidas ainda mais rigorosas, entre elas um contingenciamento mais severo do crédito (redução do volume de recursos destinados a empréstimos pelas financeiras) e uma elevação da taxa de juros nas operações de crédito pessoal (FSP).