JUSTIÇA MILITAR VETOU IPM PARA TORTURA EM PETRÓPOLIS

O procurador-geral da Justiça Militar, Eduardo Pires Gonçalves, vetou com base na lei de anistia, o pedido de abertura de um IPM para apurar torturas e assassinatos de presos políticos, no início da década de 70, numa casa de Petrópolis (RJ). Ele considerou a solicitação Ilegal" e Inoportuna" (JB).