O ministro do Trabalho, Almir Pazzianotto, anunciou ter solicitado à Comissão de Direito do Trabalho do Ministério a elaboração de um anteprojeto para coibir a rotatividade de mão-de-obra nas empresas. O projeto, segundo ele, pode tornar-se ponto de negociação na discussão do pacto social. Ruy Altenfelder, diretor jurídico da FIESP, rejeita a estabilidade total imposta em lei, mas entende que a suspensão das demissões imotivadas por tempo limitado poderá ser aceita pelos empresários. Argeu Egydio dos Santos, presidente da Federação dos Metalúrgicos do Estado de de São Paulo, disse duvidar que o trabalhador consiga estabilidade num acordo nacional (FSP).