Detentas aidéticas do presídio feminino de Carandiru, São Paulo, tomaram com refém a diretora de disciplina, Antônia Maria da Silva, ameaçando contaminá-la com cacos de vidro com que se feririam, para impedir a remoção de duas doentes para um pavilhão de isolamento. A presença de um juiz fez cessar a rebelião. Quatro detentas (das 64 do pavilhão rebelado) se insurgiram contra os testes de AIDS, iniciados há um mês e que já detectaram nove casos entre elas. O presídio foi cercado pela PM, mas a mediação do juiz permitiu liberar a diretora (JB).