A vice-governadora de Minas Gerais, Júnia Marise, entregou ao ministro do Trabalho, Almir Pazzianotto, relatório denunciando que, em 1986, apenas 556 mil, dos 36 milhões de menores carentes do país, tiveram acesso aos recursos geridos direta ou indiretamente pela FUNABEM (Fundação Nacional do Bem-Estar do Menor). O relatório informa que as estruturas de atendimento ao menor são lentas, pesadas e burocráticas. O documento propõe a municipalização da política de atendimento aos menores carentes e a reformulação das entidades estaduais e federais (como a FUNABEM e FEBEM) (JB).