Um documento elaborado conjuntamente pelo Exército, Marinha e Aeronáutica e enviado à Comissão de Estudos Constitucionais, presidida pelo jurista Afonso Arinos de Melo Franco, afirma que a disciplina militar permanece como preceito indispensável às Forças Armadas. Segundo o texto, "os padrões de disciplina são indispensáveis", o que torna necessário, na nova Constituição, que não seja permitida "a aceitação de qualquer espécie de sindicalismo ou corporativismo setorial nessas forças" (JB).