A aplicação do teste detecção de anticorpos do vírus da AIDS nos 26 mil detentos do sistema penitenciário do Estado de São Paulo está sendo contestada pelo Grupo de Apoio à Prevenção da AIDS. O presidente da entidade, Paulo César Bonfim, alegou que "não há tratamento preventivo para pessoas com testes positivos que não apresentam sintomas da doença e as implicações psicológicas que causam os resultados positivos são muitas, inclusive motivo de muitos suicídios" (O ESP).