Os investidores estrangeiros querem liberdade para aplicar diretamente nas bolsas de valores brasileiras, segundo informou James Walker, diretor da Yamaichi Murray Johnstone, uma associação de investidores japoneses e escoceses que, em seis meses de existência, já conta com um patrimônio entre US$300 milhões e US$400 milhões. Antes da associação com capitais japoneses, a Murray Johnstone já vinha aplicando no mercado acionário brasileiro através do "Brazil Fund" (GM).