A criação de um mecanismo para defender o poder de compra do trabalhador, preservando o valor real dos salários, maior rigidez no combate ao déficit público e uma política global para a economia, foram as principais reivindicações apresentadas ontem pelos presidentes de várias confederações patronais durante reunião com o ministro do Trabalho, Almir Pazzianotto. Participaram da reunião, entre outros, os presidentes da CNA (Confederação Nacional da Agricultura), CNC (Confederação Nacional do Comércio) e CNI (Confederação Nacional da Indústria), respectivamente, Flávio da Costa Britto, Oliveira Santos e Albano Franco (O Globo).