O presidente estadual da CUT em São Paulo, José Luiz Coelho, ao comentar as declarações do presidente José Sarney de que os trabalhadores moderem suas reivindicações, afirmou "que essas afirmações geram um clima propício a uma greve geral". O presidente do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo e um dos coordenadores da CONCLAT, Antônio Rogério Magri, recomenda que os trabalhadores aumentem, ou ao menos mantenham, o nível de suas reivindicações. Para a CUT, a solução para a questão da greve geral será, de fato, ditada pelo comportamento do governo. "A CUT não vai colocar, a "priori", obstáculos para a negociação. Mas, se não houver acordo em cima das nossas seis reivindicações, estarão dadas as condições para a sua deflagração (JB).