O ministro da Fazenda, Dílson Funaro, anunciou o novo "pacote" econômico. As principais medidas foram: as taxas de intermediação bancárias ("spreads") foram tabeladas em 4% nos grandes bancos e em 5% nos demais-- em empréstimos para empresas; todos os financiamentos agrícolas destinados a investimentos vão ganhar uma prorrogação de pelo menos 18 meses no seu prazo para pagamento; os empréstimos para investimentos agrícolas de até Cz$200 mil ficam sem correção monetária até junho. Os demais pagarão 50% da correção; os Estados endividados vão contar com uma linha especial de crédito do governo federal, com taxas de juros líquidos de 1% ao trimestre; e o governo vai destinar Cz$8 bilhões para o capital de giro das micro e pequenas empresas, que terão prazos de 36 meses para pagar (O ESP) (FSP).