O presidente do IAA, José Ribeiro Toledo Filho, afirmou que "o remanejamento de cotas entre as usinas produtoras de álcool, decidido em outubro, foi um ato público do Instituto e, portanto, de pleno conhecimento da PETROBRÁS". Segundo ele, o IAA não concedeu dispensa à PETROBRÁS das compras resultantes desse remanejamento, por entender que não houve qualquer alteração no pedido global do governo, fixado no início da atual safra, em maio de 1985, no volume de 7 bilhões de litros de álcool (FSP).