Os quatro "marajás" (servidores que recebem elevados salários) do Paraná vão entrar, hoje, com medida junto ao Tribunal de Justiça do Paraná para anular o decreto do governador Álvaro Dias que exige o retorno ao trabalho dentro de 30 dias e a devolução das vantagens salariais que tiveram nos últimos seis anos graças a uma aposentadoria precoce (aos 15 anos de trabalho), aprovada pela Assembléia Legislativa do Estado durante o governo Ney Braga. Entre os "marajás" estão o ex-governador Emílio Gomes e o ex-secretário de Educação Francisco Borsari Neto, que vinham recebendo salários de cerca de Cz$100 mil mensais (JB).