O Exército deixou o comando da Operação Rio e, como a Marinha e a Aeronáutica, só voltará a às favelas do Rio de Janeiro (RJ) em caso de necessidades extrema e convocado pelo governo estadual. Desde o último dia 27, as Forças Armadas consideram encerrada sua participação em ações de ataque e ocupação de favelas dominadas por traficantes de drogas. Agora, a responsabilidade pela repressão ao tráfico é da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, dirigida pelo general da reserva Euclimar da Silva. Ex-porta-voz da Operação Rio o coronel Ivan Cardozo disse que "o combate ao tráfico de drogas volta ao comando da polícia estadual" e que ele não pretende mais dar entrevistas sobre o assunto. Isto já estava previsto. Estávamos na fase de transição. Agora, os militares só agirão eventualmente, disse. O convênio entre governo federal e governo estadual, que criou a Operação Rio, continua em vigor até três de março (FSP).