Salário-mínimo, nacionalmente unificado, fixado pelo Congresso Nacional; jornada de trabalho de 40 horas semanais; salário de trabalhador noturno superior ao diurno em pelo menos 50%; proibição de qualquer trabalho a menores de 14 anos; alimentação custeada pelo empregador; reconhecimento das convenções coletivas de trabalho e obrigatoriedade da negociação coletiva; aposentadoria com remuneração igual à da atividade, aos 30 anos de trabalho para homem e aos 25 anos para a mulher; reajuste mensal de salários, pensões e aposentadorias; estabilidade no emprego; direito irrestrito à greve; e salário-família à razão de 10% do salário-mínimo. Esses são alguns dos 29 itens propostos pelo movimento sindical brasileiro inseridos num projeto elaborado pelo DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) que será encaminhado hoje à Subcomissão do Direito do Trabalhador da Constituinte (FSP) (GM).