A greve, iniciada no último dia 6, dos professores da rede particular de São Paulo (cerca de 25 mil na capital) terminou ontem. A greve foi suspensa porque a maioria das 1.700 escolas da capital chegou a um acordo com os professores. Os professores do 1o. e 2o. graus e das universidades estaduais paulistas (USP, UNICAMP e UNESP) marcaram para hoje um dia de paralisação em protesto contra o projeto do governador Orestes Quércia (PMDB) de extinguir o "gatilho" salarial para o funcionalismo público (FSP).