Cerca de nove mil pessoas vivem atualmente encarceradas em 17 presídios e sete hospitais penitenciários do Rio de Janeiro. Assalto a mão armada, furto e tráfico de drogas figuram entre os delitos mais comuns entre a população carcerária, que além das penas enfrenta um castigo a mais: a falta do que fazer. O ócio nos presídios constitui-se hoje na principal falha do sistema penal, comprometendo a sua finalidade que é a de recuperar os criminosos para o convívio com a sociedade. Ao tomar posse no início do ano, o secretário de Justiça e Interior, Jorge Loretti, prometeu mudar esse quadro, adiantando a construção de novos presídios e de uma prisão federal no estado (JB).