A Papel Simão, do Grupo Votorantim, mudou de nome-- chama-se agora VCP (Votorantim Celulose e Papel)-- e emitiu R$1,2 bilhão em debêntures conversíveis em ações, no final do mês passado, para assumir o controle acionário de outra indústria que faz parte do conglomerado, a Celpav (Celulose e Papel Votorantim). Fica formada, com isso, uma das maiores empresas do setor com ações negociadas em bolsas de valores. A VCP tem um plano de investimentos da ordem de US$250 milhões para os próximos anos. Com um patrimônio líquido de R$1,3 bilhão, a empresa espera conseguir um faturamento anual de R$650 milhões (também líquido) e produzir 530 mil toneladas de papel e 520 mil toneladas de celulose ao ano. Entre os planos da VCP está ainda a exportação de 200 mil toneladas de papel por ano, que equivale a US$200 milhões FOB (FSP).