O governo decidiu abandonar o Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) elaborado no segundo semestre de 1985 pelo então ministro do Planejamento, João Sayad. O presidente José Sarney autorizou o novo chefe da SEPLAN, Aníbal Teixeira, a redigir o Plano de Ação Governamental, para execução a médio e longo prazos, compatibilizando a disponibilidade de recursos às prioridades de atendimento ao setor social (O Globo).