Os diretores, administradores e técnicos de empresas brasileiras, argentinas, paraguaias e uruguaias não contam, por enquanto, com nenhuma regulamentação do MERCOSUL que facilite sua imigração a trabalho para os países-membros. Os imigrantes ainda são obrigados a passar pelos mesmos trâmites burocráticos cumpridos pelos profissionais de países não integrantes do MERCOSUL. Segundo o coordenador de imigração do Ministério do Trabalho do Brasil, Alexandre Martchenko, as empresas interessadas em investir no mercado esperal algumas definições que ainda devem acontecer para depois concretizar processos de imigração. Mesmo assim, a coordenadoria registrou aumento de 5% a 10% das imigrações a trabalho referentes ao MERCOSUL. "Esse não é um aumento significativo se comparado com as expectativas em relação ao ano que vem", disse. As expectativas do coordenador baseiam-se também no número de consultas sobre imigração a trabalho, que apresentaram crescimento entre 10% e 20%. Esses números incluem também empresas de países que não fazem parte do MERCOSUL e que se declaram interessadas em investir no Brasil tendo em vista a integração dos mercados (GM).