O Conselho Administrativo de Direito Econômico (CADE) do Ministério da Justiça negou ontem, por unanimidade, a autorização para a fusão das unidades da Eternit (PR) e da Brasilit (RS). Segundo a decisão, não haveria benefícios para o consumidor e a fusão iria causar concentração no mercado. Ressaltou-se que as empresas detêm o monopólio na produção de amianto. Há 16 fábricas deste material no país. Juntas, elas detêm 51,95% do mercado. Os conselheiros mostraram que as duas empresas já se fundiram em outras regiões e os preços de seus produtos, em dólar, subiram (FSP).